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DIVULGAÇÃO
Assistentes Operacionais em Contexto de Educação Inclusiva
Assistentes Operacionais
Jornada
6.0 horas
Presencial
Assistentes Operacionais
Em função do plano de atividades: A ação de formação: “Assistentes operacionais em contexto de Educação Inclusiva” é
marcada por uma forte aposta na inclusão, como princípio estruturante da escola. No nosso sistema educativo a inclusão ganhou particular expressão com a publicação do Decreto-Lei n.º ...
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Ref. PND-C68-A4 Inscrições abertas até 2026-08-31 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: AGSE/1752/2026
Modalidade: Jornada
Duração: 6.0 horas
Início: 2026-09-02
Fim: 2026-09-02
Regime: Presencial
Local: Escola Básica de Tondela (AET Cândido de Figueiredo)
Formador
Maria Manuela da Silva Claro de Andrade Alves
Destinatários
Assistentes Operacionais
Acreditado pelo
AGSE - Agência para a Gestão do Sistema Educativo
Entidade formadora/Parceria
CFAE do Planalto Beirão
Enquadramento
Em função do plano de atividades: A ação de formação: “Assistentes operacionais em contexto de Educação Inclusiva” é marcada por uma forte aposta na inclusão, como princípio estruturante da escola. No nosso sistema educativo a inclusão ganhou particular expressão com a publicação do Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho, que estabelece o regime jurídico da educação inclusiva. Neste contexto, a escola pública portuguesa assume-se como uma escola para todos, onde a diversidade (cultural, funcional, social, linguística) é vista como um valor e não como um problema. Isso implica uma reorganização das práticas educativas, sendo aqui que os assistentes operacionais ganham um papel central. Em função dos destinatários: Estes profissionais são hoje reconhecidos como agentes educativos que contribuem diretamente para o bem-estar, para a participação e para a inclusão dos alunos, especialmente daqueles que necessitam de mais apoio, como os alunos com necessidades específicas e são frequentemente os adultos que estão mais próximos dos alunos em momentos informais (intervalos, refeições, entradas e saídas), o que lhes confere uma posição privilegiada para detetar necessidades, prevenir situações de exclusão e promover interações inclusivas. Assim, esta formação tem uma dimensão ética e relacional, alinhada com os valores da escola pública democrática - equidade, participação e respeito pela diferença. O seu objetivo último é garantir que todos os alunos, independentemente das suas características, se sintam pertencentes, seguros e capazes de aprender e que os assistentes operacionais sejam também capacitados para tal desiderato.
Objetivos
Objetivos a atingir: Objetivo geral: - Capacitar os assistentes operacionais para intervir de forma informada, eficaz e inclusiva, promovendo a participação e o sucesso de todos os alunos. Objetivos específicos: - Identificar os princípios da educação inclusiva e o enquadramento legal aplicável; - Reconhecer o papel do assistente operacional como agente educativo no contexto escolar; - Saber lidar com crianças e jovens com necessidades específicas; - Aplicar estratégias básicas de apoio a alunos com diferentes necessidades; - Adotar práticas promotoras de ambientes seguros e inclusivos; - Refletir criticamente sobre a sua prática profissional
Conteúdos
Conteúdos: • Bases da Inclusão; (1h) • Papel do assistente operacional no quotidiano escolar; (1h) • Comunicação eficaz; (1h) • Comportamentos desafiantes; (1h) • Apoio nas atividades diárias; (1h) • Avaliação e ferramentas práticas. (1h)
Avaliação
Avaliação qualitativa
Modelo
Questionário a preencher pelos formandos para avaliar a ação Questionário a preencher pelos formadores para avaliar a ação Relatório final do formador
Bibliografia
- Decreto-Lei n.º 54/2018 – Estabelece o regime jurídico da educação inclusiva. - Direção-Geral da Educação – Para uma Educação Inclusiva: Manual de Apoio à Prática. - UNESCO (2017). A Guide for Ensuring Inclusion and Equity in Education. - United Nations (2006). Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.
Observações
Assistentes Operacionais do AET Cândido de Figueiredo
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 02-09-2026 (Quarta-feira) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 02-09-2026 (Quarta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Assistentes Operacionais em Contexto de Educação Inclusiva
Assistentes Operacionais
Jornada
6.0 horas
Presencial
Assistentes Operacionais
Em função do plano de atividades: A ação de formação: “Assistentes operacionais em contexto de Educação Inclusiva” é
marcada por uma forte aposta na inclusão, como princípio estruturante da escola. No nosso sistema educativo a inclusão ganhou particular expressão com a publicação do Decreto-Lei n.º ...
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Ref. PND-C68-A5 Inscrições abertas até 2026-08-31 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: AGSE/1752/2026
Modalidade: Jornada
Duração: 6.0 horas
Início: 2026-09-03
Fim: 2026-09-04
Regime: Presencial
Local: Escola Secundária de Tondela (AET Tomaz Ribeiro)
Formador
Maria Manuela da Silva Claro de Andrade Alves
Destinatários
Assistentes Operacionais
Acreditado pelo
AGSE - Agência para a Gestão do Sistema Educativo
Entidade formadora/Parceria
CFAE do Planalto Beirão
Enquadramento
Em função do plano de atividades: A ação de formação: “Assistentes operacionais em contexto de Educação Inclusiva” é marcada por uma forte aposta na inclusão, como princípio estruturante da escola. No nosso sistema educativo a inclusão ganhou particular expressão com a publicação do Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho, que estabelece o regime jurídico da educação inclusiva. Neste contexto, a escola pública portuguesa assume-se como uma escola para todos, onde a diversidade (cultural, funcional, social, linguística) é vista como um valor e não como um problema. Isso implica uma reorganização das práticas educativas, sendo aqui que os assistentes operacionais ganham um papel central. Em função dos destinatários: Estes profissionais são hoje reconhecidos como agentes educativos que contribuem diretamente para o bem-estar, para a participação e para a inclusão dos alunos, especialmente daqueles que necessitam de mais apoio, como os alunos com necessidades específicas e são frequentemente os adultos que estão mais próximos dos alunos em momentos informais (intervalos, refeições, entradas e saídas), o que lhes confere uma posição privilegiada para detetar necessidades, prevenir situações de exclusão e promover interações inclusivas. Assim, esta formação tem uma dimensão ética e relacional, alinhada com os valores da escola pública democrática - equidade, participação e respeito pela diferença. O seu objetivo último é garantir que todos os alunos, independentemente das suas características, se sintam pertencentes, seguros e capazes de aprender e que os assistentes operacionais sejam também capacitados para tal desiderato.
Objetivos
Objetivos a atingir: Objetivo geral: - Capacitar os assistentes operacionais para intervir de forma informada, eficaz e inclusiva, promovendo a participação e o sucesso de todos os alunos. Objetivos específicos: - Identificar os princípios da educação inclusiva e o enquadramento legal aplicável; - Reconhecer o papel do assistente operacional como agente educativo no contexto escolar; - Saber lidar com crianças e jovens com necessidades específicas; - Aplicar estratégias básicas de apoio a alunos com diferentes necessidades; - Adotar práticas promotoras de ambientes seguros e inclusivos; - Refletir criticamente sobre a sua prática profissional
Conteúdos
Conteúdos: • Bases da Inclusão; (1h) • Papel do assistente operacional no quotidiano escolar; (1h) • Comunicação eficaz; (1h) • Comportamentos desafiantes; (1h) • Apoio nas atividades diárias; (1h) • Avaliação e ferramentas práticas. (1h)
Avaliação
Avaliação qualitativa
Modelo
Questionário a preencher pelos formandos para avaliar a ação Questionário a preencher pelos formadores para avaliar a ação Relatório final do formador
Bibliografia
- Decreto-Lei n.º 54/2018 – Estabelece o regime jurídico da educação inclusiva. - Direção-Geral da Educação – Para uma Educação Inclusiva: Manual de Apoio à Prática. - UNESCO (2017). A Guide for Ensuring Inclusion and Equity in Education. - United Nations (2006). Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.
Observações
Assistentes Operacionais do AET Tomaz Ribeiro
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 03-09-2026 (Quinta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 04-09-2026 (Sexta-feira) | 14:30 - 17:30 | 3:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
As Aprendizagens Essenciais de Cidadania e Desenvolvimento na Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania
Professores do 1º,2º e 3º ciclo e do Ensino Secundário do AE de Carregal do Sal
ACD
3.0 horas
Presencial
Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário do AE de Carregal do Sal
A introdução por parte do Ministério da Educação das Aprendizagens Essenciais de Cidadania e Desenvolvimento e a Reformulação da Estratégia Nacional de Educação para a cidadania exigem por parte da comunidade educativa e especialmente dos docentes de Cidadania e Desenvolvimento uma leitura crítica e atenta ...
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Ref. ACDACD1 Inscrições abertas até 2026-09-02 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD1 26/27
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 3.0 horas
Início: 2026-09-07
Fim: 2026-09-07
Regime: Presencial
Local: AE Carregal do Sal
Formador
Ana Isabel da Silva Baila Madeira Antunes
Destinatários
Professores do 1º Ciclo; Professores do 2º Ciclo; Professores do 3º Ciclo/Ensino Secundário do AE de Carregal do Sal
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
CFAE do Planalto Beirão
Enquadramento
A introdução por parte do Ministério da Educação das Aprendizagens Essenciais de Cidadania e Desenvolvimento e a Reformulação da Estratégia Nacional de Educação para a cidadania exigem por parte da comunidade educativa e especialmente dos docentes de Cidadania e Desenvolvimento uma leitura crítica e atenta dos referidos documentos. É necessário operacionalizar e planificar estratégias em função do novo quadro concetual e dimensões. Esta ação visa essencialmente dotar os docentes de informações e documentação necessária - atualização profissional face ao novo quadro legislativo referente à componente de Cidadania e Desenvolvimento.
Objetivos
Analisar o atual quadro concetual e dimensões da Educação para a Cidadania - Discutir/ identificar competências essenciais de formação cidadã - competências para uma Cultura da Democracia. - Articular os domínios e princípios da Educação para a Cidadania com os valores e áreas de competências do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. - Analisar, explorar e discutir as Aprendizagens Essenciais de Cidadania e Desenvolvimento. - Articular a Estratégia de Educação para a Cidadania ao nível da Escola e do Conselho de Turma. - Repensar as práticas, procedimentos e materiais didáticos inerentes às aprendizagens essenciais de Cidadania e Desenvolvimento.
Conteúdos
Conceito de Educação para e na Cidadania. - Quadro concetual e dimensões da Educação para a Cidadania - As diferentes dimensões da Educação para a Cidadania: direitos humanos, democracia e instituições políticas, desenvolvimento sustentável, literacia financeira e empreendedorismo, saúde, risco e segurança rodoviária, pluralismo e diversidade cultural e media. - Integração da Educação para a Cidadania na escola democrática: integração no currículo, práticas educativas, metodologias e materiais didáticos. - Aprendizagens essenciais área de trabalho transversal, de articulação disciplinar, com abordagem de natureza interdisciplinar. - Práticas, procedimentos e materiais didáticos inerentes às aprendizagens essenciais de Cidadania e Desenvolvimento.
Metodologias
Exposição teórica por parte da formadora: esclarecimento de conceitos e apresentação de ações estratégicas. Discussão/reflexão sobre as temáticas da oficina de formação.
Modelo
Google forms
Observações
Docentes do AE Carregal do Sal
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 07-09-2026 (Segunda-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Gestão de comportamentos disruptivos e clima de sala de aula: Estratégias de comunicação e autorregulação
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial do AE Tomaz Ribeiro
ACD
6.0 horas
e-learning
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Os comportamentos disruptivos em sala de aula constituem um dos principais desafios à gestão do processo de ensino-aprendizagem, com impacto direto no clima educativo, no bem-estar docente e no envolvimento dos alunos. Estes comportamentos resultam frequentemente de dificuldades ao nível da autorregulação ...
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Ref. C62A4 Inscrições abertas até 2026-09-02 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD3
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 6.0 horas
Início: 2026-09-08
Fim: 2026-09-09
Regime: e-learning
Local: À distância
Formador
Elizabete Maria Ferraz Loureiro
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
CFAE do Planalto Beirão
Enquadramento
Os comportamentos disruptivos em sala de aula constituem um dos principais desafios à gestão do processo de ensino-aprendizagem, com impacto direto no clima educativo, no bem-estar docente e no envolvimento dos alunos. Estes comportamentos resultam frequentemente de dificuldades ao nível da autorregulação emocional, do controlo de impulsos e da gestão da frustração, influenciadas por fatores individuais e relacionais. A forma como o docente comunica e gere a dinâmica da sala de aula desempenha um papel central na prevenção e redução destes comportamentos. A clareza na definição de regras, a consistência na sua aplicação e a utilização de uma comunicação assertiva contribuem para a construção de um ambiente mais estruturado e previsível. Paralelamente, a capacidade de autorregulação emocional por parte do professor influencia a gestão das situações de conflito e o clima geral da turma, funcionando como modelo para os alunos. Neste sentido, a aquisição de estratégias práticas de comunicação e regulação emocional revela-se essencial para uma intervenção pedagógica eficaz. Assim, esta ação propõe-se fornecer ferramentas práticas, sustentadas em princípios da psicologia clínica, que permitam aos docentes melhorar a comunicação em sala de aula, reforçar competências de autorregulação e implementar estratégias eficazes na gestão de comportamentos disruptivos, contribuindo para um clima de aprendizagem mais estável e para o seu próprio bem-estar profissional.
Objetivos
Compreender a função e os fatores associados aos comportamentos disruptivos Desenvolver competências de comunicação eficaz na gestão da sala de aula Identificar estratégias preventivas de gestão da sala de aula (gestão de comportamentos desafiantes) Promover competências de autorregulação emocional em contexto profissional Identificar e implementar práticas de autocuidado ajustadas à realidade docente
Conteúdos
Enquadramento dos comportamentos disruptivos • Tipologias e funções do comportamento • Fatores de risco e proteção Prevenção e organização da sala de aula • Definição de regras e rotinas • Clima relacional e práticas inclusivas Estratégias de intervenção • Reforço positivo e gestão de consequências • Técnicas de regulação emocional (aluno e docente) • Comunicação assertiva • Escuta ativa • Técnicas de gestão de conflitos Análise de situações práticas • Estudo de casos • Discussão orientada
Metodologias
Exposição teórico-prática Dinâmicas de grupo Análise e discussão de casos reais Role-play / simulação de situações de sala de aula Reflexão orientada
Modelo
Participação e envolvimento nas atividades Reflexão final sobre a aplicabilidade das estratégias abordadas
Observações
Sabina Valente, Ana Paula Monteiro & Abílio Lourenço (2017). Inteligência emocional na gestão da disciplina em sala de aula Lage Ferreira, A. I., Castanheira, F., & Simões, I. (2019). Gestão de Conflitos em Sala de Aula: um livro de ideias para pôr em prática (2.ª ed.). Coisas de Ler. Sue Cowley (2024). Getting Your Class to Behave: The Must-Have Behaviour Management Bible (6th ed.). Bloomsbury. Claire English (2024). It’s Never Just About the Behaviour. Sage Paul Mooney & Joseph B. Ryan (2024). The Special Educator’s Guide to Behavior Management. Routledge George G. Bear (2020). Improving School Climate: Practical Strategies to Reduce Behavior Problems and Promote Social and Emotional Learning. Guilford Press.
Docentes do AE Tomaz Ribeiro
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 08-09-2026 (Terça-feira) | 17:15 - 20:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 09-09-2026 (Quarta-feira) | 17:15 - 20:15 | 3:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Metodologias e estratégias de aprendizagem ativa com recurso ao digital
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, do Ensino Secundário e de Educação Especial do AE de Mortágua
ACD
3.0 horas
e-learning
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial do AE de Mortágua
A transformação digital das escolas exige que os docentes desenvolvam competências pedagógicas que lhes permitam integrar o digital de forma intencional, crítica e significativa nos processos de ensino e aprendizagem. Mais do que utilizar ferramentas tecnológicas de forma pontual, importa promover ...
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Ref. C61A1 Inscrições abertas até 2026-09-04 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD2 26/27
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 3.0 horas
Início: 2026-09-10
Fim: 2026-09-10
Regime: e-learning
Local: À distância
Formador
Marco Alexandre Carvalho Bento
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial do AE de Mortágua
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
CFAE do Planalto Beirão
Enquadramento
A transformação digital das escolas exige que os docentes desenvolvam competências pedagógicas que lhes permitam integrar o digital de forma intencional, crítica e significativa nos processos de ensino e aprendizagem. Mais do que utilizar ferramentas tecnológicas de forma pontual, importa promover metodologias que coloquem os alunos no centro da aprendizagem, favorecendo a participação, a colaboração, a criatividade, o pensamento crítico e a autonomia. A ACD “Metodologias e estratégias de aprendizagem ativa com recurso ao digital” pretende responder a esta necessidade, proporcionando aos docentes momentos de reflexão, experimentação e partilha em torno de estratégias pedagógicas ativas apoiadas por recursos digitais. Através da exploração de metodologias como a aprendizagem baseada em projetos, a sala de aula invertida, a gamificação, o trabalho colaborativo e a avaliação formativa com suporte digital, procura-se reforçar práticas mais dinâmicas, inclusivas e ajustadas aos desafios atuais da escola. Esta ação assume, assim, particular relevância por contribuir para a melhoria das práticas docentes, para a diversificação das estratégias de ensino e para a criação de ambientes de aprendizagem mais motivadores, participativos e alinhados com o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. O digital é entendido não como um fim em si mesmo, mas como um meio ao serviço da pedagogia, capaz de potenciar aprendizagens mais significativas, diferenciadas e centradas nos alunos.
Objetivos
1. Compreender os princípios das metodologias de aprendizagem ativa e a sua relevância para a promoção de aprendizagens mais significativas, participativas e centradas nos alunos. 2. Explorar estratégias pedagógicas com recurso ao digital que favoreçam a colaboração, a autonomia, a criatividade, o pensamento crítico e a resolução de problemas. 3. Identificar ferramentas e recursos digitais adequados à implementação de práticas de aprendizagem ativa em diferentes contextos educativos. 4. Planificar atividades de ensino e aprendizagem que integrem metodologias ativas e tecnologias digitais de forma intencional, inclusiva e pedagogicamente sustentada. 5. Refletir sobre o papel do professor na criação de ambientes de aprendizagem dinâmicos, diferenciados e alinhados com o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória.
Conteúdos
Aprendizagem ativa e transformação pedagógica Conceito de aprendizagem ativa. O aluno como protagonista do processo de aprendizagem. O papel do professor como mediador, orientador e designer de experiências de aprendizagem. Metodologias ativas com recurso ao digital Sala de aula invertida. Aprendizagem baseada em projetos e problemas. Trabalho colaborativo e aprendizagem cooperativa. Gamificação e desafios digitais. Storytelling digital e criação de produtos pelos alunos. Ferramentas digitais ao serviço da aprendizagem Plataformas colaborativas e ambientes digitais de aprendizagem. Ferramentas para criação de conteúdos, quizzes, murais digitais, apresentações interativas e recursos multimédia. Utilização pedagógica de dispositivos móveis e recursos digitais em sala de aula. Estratégias de dinamização e participação dos alunos Organização de atividades individuais, a pares e em grupo. Estratégias para promover autonomia, criatividade, comunicação e pensamento crítico. Diferenciação pedagógica e inclusão com apoio do digital. Avaliação formativa com recurso ao digital Feedback imediato e contínuo. Instrumentos digitais de recolha de evidências de aprendizagem. Autoavaliação, heteroavaliação e avaliação entre pares. Planificação de atividades de aprendizagem ativa Desenho de uma atividade pedagógica com recurso ao digital. Articulação entre objetivos, metodologias, ferramentas digitais e avaliação. Partilha e reflexão sobre possibilidades de aplicação em contexto educativo.
Metodologias
A ação decorrerá com uma metodologia predominantemente prática, ativa e colaborativa, procurando envolver os formandos em experiências semelhantes às que poderão posteriormente implementar com os seus alunos. Serão privilegiados momentos de exploração orientada, experimentação de ferramentas digitais, trabalho colaborativo, partilha de práticas e reflexão pedagógica sobre a integração do digital em metodologias de aprendizagem ativa. A formação combinará breves momentos de enquadramento teórico com atividades práticas, nas quais os formandos serão convidados a analisar exemplos, experimentar recursos digitais e desenhar propostas de aplicação em contexto educativo. Ao longo da sessão, serão mobilizadas estratégias como a sala de aula invertida, a aprendizagem baseada em desafios, a gamificação, a aprendizagem cooperativa e a avaliação formativa com recurso ao digital, permitindo aos participantes vivenciar diferentes formas de dinamização pedagógica.
Modelo
A avaliação da ação terá um carácter contínuo, formativo e participativo, valorizando o envolvimento dos formandos nas atividades propostas, a reflexão crítica sobre as práticas pedagógicas e a capacidade de transferir os conhecimentos adquiridos para o contexto educativo. Tratando-se de uma Ação de Curta Duração, a avaliação incidirá sobretudo na participação ativa, na realização das tarefas práticas e na qualidade da proposta final concebida pelos formandos.
Observações
Bento, M., Lencastre, J. A., & Pereira, Í. (2018). Formação de professores em cenários de Mobile Learning, Flipped Learning e Gamification. Universidade do Minho. Lencastre, J. A., Bento, M., & Magalhães, C. (2016). Mobile Learning: potencial de inovação pedagógica. In Tecnologias e processos inovadores na educação (pp. 159–176). Editora CRV. European Commission. (2021). Digital Education Action Plan 2021–2027. Publications Office of the European Union. Martins, G. d’O., Gomes, C. S., Brocardo, J., Pedroso, J. V., Carrillo, J. L. A., Ucha, L. M., Encarnação, M., & Horta, M. J. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação.~ UNESCO. (2023). Global Education Monitoring Report 2023: Technology in education — A tool on whose terms? UNESCO.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 10-09-2026 (Quinta-feira) | 18:30 - 21:30 | 3:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Gestão de comportamentos disruptivos e clima de sala de aula: Estratégias de comunicação e autorregulação
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial do AE Cândido de Figueiredo
ACD
6.0 horas
Presencial
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Os comportamentos disruptivos em sala de aula constituem um dos principais desafios à gestão do processo de ensino-aprendizagem, com impacto direto no clima educativo, no bem-estar docente e no envolvimento dos alunos. Estes comportamentos resultam frequentemente de dificuldades ao nível da autorregulação ...
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Ref. C62A3 Inscrições abertas até 2026-09-03 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD-3
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 6.0 horas
Início: 2026-09-11
Fim: 2026-09-11
Regime: Presencial
Local: Escola Básica de Tondela Cândido de Figueiredo
Formador
Elizabete Maria Ferraz Loureiro
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
CFAE do Planalto Beirão
Enquadramento
Os comportamentos disruptivos em sala de aula constituem um dos principais desafios à gestão do processo de ensino-aprendizagem, com impacto direto no clima educativo, no bem-estar docente e no envolvimento dos alunos. Estes comportamentos resultam frequentemente de dificuldades ao nível da autorregulação emocional, do controlo de impulsos e da gestão da frustração, influenciadas por fatores individuais e relacionais. A forma como o docente comunica e gere a dinâmica da sala de aula desempenha um papel central na prevenção e redução destes comportamentos. A clareza na definição de regras, a consistência na sua aplicação e a utilização de uma comunicação assertiva contribuem para a construção de um ambiente mais estruturado e previsível. Paralelamente, a capacidade de autorregulação emocional por parte do professor influencia a gestão das situações de conflito e o clima geral da turma, funcionando como modelo para os alunos. Neste sentido, a aquisição de estratégias práticas de comunicação e regulação emocional revela-se essencial para uma intervenção pedagógica eficaz. Assim, esta ação propõe-se fornecer ferramentas práticas, sustentadas em princípios da psicologia clínica, que permitam aos docentes melhorar a comunicação em sala de aula, reforçar competências de autorregulação e implementar estratégias eficazes na gestão de comportamentos disruptivos, contribuindo para um clima de aprendizagem mais estável e para o seu próprio bem-estar profissional.
Objetivos
Compreender a função e os fatores associados aos comportamentos disruptivos Desenvolver competências de comunicação eficaz na gestão da sala de aula Identificar estratégias preventivas de gestão da sala de aula (gestão de comportamentos desafiantes) Promover competências de autorregulação emocional em contexto profissional Identificar e implementar práticas de autocuidado ajustadas à realidade docente
Conteúdos
Enquadramento dos comportamentos disruptivos • Tipologias e funções do comportamento • Fatores de risco e proteção Prevenção e organização da sala de aula • Definição de regras e rotinas • Clima relacional e práticas inclusivas Estratégias de intervenção • Reforço positivo e gestão de consequências • Técnicas de regulação emocional (aluno e docente) • Comunicação assertiva • Escuta ativa • Técnicas de gestão de conflitos Análise de situações práticas • Estudo de casos • Discussão orientada
Metodologias
Exposição teórico-prática Dinâmicas de grupo Análise e discussão de casos reais Role-play / simulação de situações de sala de aula Reflexão orientada
Modelo
Participação e envolvimento nas atividades Reflexão final sobre a aplicabilidade das estratégias abordadas
Observações
Sabina Valente, Ana Paula Monteiro & Abílio Lourenço (2017). Inteligência emocional na gestão da disciplina em sala de aula Lage Ferreira, A. I., Castanheira, F., & Simões, I. (2019). Gestão de Conflitos em Sala de Aula: um livro de ideias para pôr em prática (2.ª ed.). Coisas de Ler. Sue Cowley (2024). Getting Your Class to Behave: The Must-Have Behaviour Management Bible (6th ed.). Bloomsbury. Claire English (2024). It’s Never Just About the Behaviour. Sage Paul Mooney & Joseph B. Ryan (2024). The Special Educator’s Guide to Behavior Management. Routledge George G. Bear (2020). Improving School Climate: Practical Strategies to Reduce Behavior Problems and Promote Social and Emotional Learning. Guilford Press.
Docentes do AE Cândido de Figueiredo
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 11-09-2026 (Sexta-feira) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 11-09-2026 (Sexta-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Pensar, dar voz, ouvir e fazer parte: A prática da Filosofia com Crianças e Jovens em contexto escolar - Curso complementar (II)
Docentes do grupo 100 e 110
Curso
25.0 horas
e-learning
Professores dos Grupos 100 e 110
Razões justificativas da ação e a sua inserção no plano de atividades da entidade proponente
A implementação da metodologia da Filosofia com Crianças, passa não apenas pela aquisição de uma série de competências reflexivas, como também, de alguns conhecimentos, decorridos de investigações científicas ...
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Ref. C63-A1 Inscrições abertas até 2026-09-08 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-139138/26
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 2026-09-14
Fim: 2026-11-16
Regime: e-learning
Local: À distância
Formador
Rita Coutinho Afonso Mendes Pedro
Destinatários
Professores dos Grupos 100 e 110
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 100 e 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 100 e 110.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
CFAE do Planalto Beirão
Enquadramento
Razões justificativas da ação e a sua inserção no plano de atividades da entidade proponente A implementação da metodologia da Filosofia com Crianças, passa não apenas pela aquisição de uma série de competências reflexivas, como também, de alguns conhecimentos, decorridos de investigações científicas inovadoras, levadas a cabo por pedagogos e filósofos nos últimos 20 anos, acerca do estatuto da Infância e da relação desta com 2outros domínios habitualmente separados, a Pedagogia a Filosofia. Esta ação vem assim responder a uma necessidade de consolidar aprendizagens que possam conduzir a uma prática autónoma dos formandos. Ela surge também como resposta ao pedido recorrente de muitos formandos que participaram em outras ações de sensibilização e de introdução à prática da Filosofia com Crianças, interesse esse manifestado nos trabalhos finais assim como avaliações por parte dos centros de formação que tem dinamizado estas ações. Os efeitos benéficos da prática da Filosofia com Crianças, comprovados, por exemplo, por estudos desenvolvidos pela UNESCO, quer a nível das aprendizagens curriculares, quer a nível do desenvolvimento pessoal dos alunos, quer a nível das competências sociais e da diminuição de comportamentos disruptivos são também motivo para nível tão elevado de interesse manifestado. Trata-se, portanto, de proporcionar uma ação de formação de continuidade, alternando assim conteúdos ligados à práticada FcC com exercícios filosóficos e também com momentos de partilha, discussão e análise em torno da prática dos formandos
Objetivos
Preparar os formandos para serem promotores de uma convivência democrática e consciência cívica, em contexto desala de aula. - Sensibilizar os formandos para uma escuta atenta às perguntas das crianças, para a sua dimensão filosófica e tambémestética. - Ajudar os formandos a romper com as barreiras traçadas da sua racionalidade, potenciando a criatividade dopensamento e aproximando o seu pensamento do das crianças -Desenvolver competências para o diálogo filosófico e intercultural, inspirado na articulação com diferentes linguagens eexpressões artísticas. -Dar a conhecer, na prática, como se proporcionam experiências de pensamento, a partir da experiência vivida dascrianças -Desenvolver um trabalho a nível da atenção, da empatia, da abertura reflexiva e da escuta do outro. - Acompanhar os formandos na preparação, dinamização e avaliação de sessões de Filosofia com Crianças e Jovens, em contexto de sala de aula.
Conteúdos
1- A EXPERIÊNCIA, COMO MODO DE SE ABRIR AO NOVO E DE SE RELACIONAR COM O PENSAMENTO (6 horas) -A INVESTIGAÇÃO CRIATIVA, como modo de compor e recompor o pensar. -O DIÁLOGO COLABORATIVO, como maneira de desenvolver um pensar colectivo. -O PENSAMENTO CRÍTICO, como forma de questionar o sentido e o porquê do ensinar e do aprender em torno de Duração Horas presenciais : 25 Nº de horas acreditadas: 25 Cód. Dest. 19 Descrição Professores dos Grupos 100 e 110 DCP 19 Descrição Professores dos Grupos 100 e 110 30/06/26, 16:21 CCPFC - Gestão de Processos www.e-processos.ccpfc.uminho.pt/p2_acc_desp/imprimir.php?codigo=135234 1/3 determinadas metodologias de ensino. -A TOMADA DE CONSCIÊNCIA de alguns hábitos de ser professor como maneira de aceder ao ponto de vista do aluno(criança ou jovem). 2- CRIAÇÃO DE ESPAÇOS PARA A EXPERIMENTAÇÃO FILOSÓFICA, A PARTIR DE SUPORTES ARTÍSTICOS (6horas) Exercícios práticos para desfazer hábitos inibidores da imaginação criativa. Exercícios filosóficos, para desenvolver a problematização como maneira de abrir espaços onde habitualmente não há perguntas. Exercício de formulação de associações entre pensamento e sensações existenciais e/ou artísticas. 3- CRIAÇÃO DE ESPAÇOS PARA INSTAURAÇÃO DO DIÁLOGO DEMOCRÁTICO E DA CIDADANIA PLENA (6horas) - Exercícios de DIÁLOGO PARTICIPATIVO E COLABORATIVO, que podem ser aplicados em contexto de sala de aula. Exercícios de CIDADANIA EFECTIVA, como forma de treinar o diálogo democrático em contexto de sala de aula Exercícios de ESCUTA, CUIDADO E ATENÇÃO para com o pensamento filosófico na Infância, como modo de se perspetivar novas dinâmicas relacionais com os alunos. Exercícios de TOLERÂNCIA E a EMPATIA, no sentido de conseguir abarcar outros pontos de vista e respeitar a diferença. 4- MONOTORZIAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DA EXPERIÊNCIA DA FILOSOFIA COM FOCO NA INFÂNCIA (7horas) - Monitorização do trabalho dos formandos relacionado com a prática da Filosofia com Crianças e Jovens. -Partilha, discussão, análise e avaliação de sessões de Filosofia com Crianças, desenvolvidas em contexto de sala de aula, ao longo das sessões
Metodologias
Os conteúdos não serão apresentados de forma linear, mas sim, de forma articulada com a participação de todos osformandos, através dos métodos participativos, demonstrativos e interactivos. As sessões serão sempre teórico-práticas,privilegiando-se, contudo, a componente prática: - Recorrendo à metodologia da FcC, a estratégias e abordagens consensuais, alinhadas com as recomendações daUNESCO, tais como o diálogo participativo e colaborativo, o espírito crítico e a escuta do outro. - Recorrendo à arte e à cultura para se desenvolver e enriquecer os exercícios reflexivos, questionar e dialogar com omundo e os outros de diferentes maneiras e desenvolver o sentimento de pertença a uma comunidade. - Recorrendo à partilha, análise e avaliação das sessões de Filosofia levadas a cabo pelos formandos, em contexto de sala de aula.
Avaliação
A avaliação dos formandos é feita de modo contínuo, isto é, com base na sua participação nas sessões síncronas. Iráigualmente incidir sobre o processo de trabalho e os produtos que dele decorrem (trabalhos, reflexões, organização econdução de sessões práticas), os quais revelam a consolidação dos conteúdos abordados, evidenciando a aplicação emcontexto das temáticas e metodologias trabalhadas durante a formação. Os critérios de avaliação e respectivosparâmetros são definidos de acordo com as características do trabalho realizado - participação nas sessões, realizaçãodos exercícios, preparação e dinamização de sessões de filosofia com crianças, partilha e discussão de grupo, trabalhofinal/portefólio
Modelo
Preenchimento de questionário pelos formandos e pelo formador cujo tratamento estatístico é alvo de análise pela Secção de Formação e Monitorização e pelo Conselho de Diretores.
Bibliografia
CHIROUTER, Edwidge, A Filosofia com Crianças, um paradigma para a emancipação, o reconhecimento e a ressonância,2022. KOHAN, Walter, Infância, estrangeiridade e ignorância – Ensaios de Filosofia e Educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2007. KOHAN, Walter, OLARIETA, Beatriz F. (orgs.), A Escola Pública aposta no Pensamento. Belo Horizonte: Autêntica, 2012. LELEUX, Claudine, et. al. , Filosofia para crianças, O modelo de Matthew Lipman em discussão. Trad. Fátima Murad,Porto Alegre: Artmed., 2008. LENOIR, Fréderic, Filosofar e Meditar com as Crianças, Edição: Arena PT, 2017.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 14-09-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 26-09-2026 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 10-10-2026 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 10-10-2026 (Sábado) | 14:00 - 16:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 5 | 17-10-2026 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 17-10-2026 (Sábado) | 14:00 - 16:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 7 | 31-10-2026 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 07-11-2026 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 9 | 16-11-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
IA e Ética: desafios e oportunidades
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário, Educação Especial e Professores Bibliotecários
Curso
25.0 horas
e-learning
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário, Educação Especial e Professores Bibliotecários
A Inteligência Artificial (IA) está cada vez mais presente nas nossas vidas, tornando-se uma componente fundamental da sociedade atual. À medida que a IA evolui, surgem questões éticas e morais sobre como essa tecnologia deve ser usada e quais são seus possíveis impactos na sociedade.
Ao adotar a IA na ...
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Ref. C57-A2 Inscrições abertas até 2026-09-08 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-124436/24
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 2026-09-16
Fim: 2026-10-28
Regime: e-learning
Local: À distância
Formador
Paulo Sergio Rodrigues Nogueira
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário, Educação Especial e Professores Bibliotecários
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário, Educação Especial e Professores Bibliotecários. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023, a ação de formação releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário, Educação Especial e Professores Bibliotecários.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
CFAE do Planalto Beirão
Enquadramento
A Inteligência Artificial (IA) está cada vez mais presente nas nossas vidas, tornando-se uma componente fundamental da sociedade atual. À medida que a IA evolui, surgem questões éticas e morais sobre como essa tecnologia deve ser usada e quais são seus possíveis impactos na sociedade. Ao adotar a IA na educação, é fundamental considerar essas questões éticas e garantir que os sistemas de IA sejam projetados e implementados com responsabilidade, transparência e equidade, com o objetivo de melhorar a aprendizagem e o desenvolvimento dos alunos. Com esta ação, pretende-se que os formandos desenvolvam propostas de atividades, cujo objetivo é capacitar a comunidade escolar, em especial as crianças e os jovens, para o uso ético das aplicações suportadas por IA numa perspetiva de integração curricular e transversalidade destas ferramentas.
Objetivos
Conhecer alguns dos conceitos sobre IA; Identificar diferentes tipos de IA; Conhecer diferentes aplicações generativas suportadas por IA (texto, imagem, música, vídeo, outras); Debater e refletir sobre os aspetos da IA e a Ética em contexto educativo; Identificar os grandes inconvenientes da IA; Desenvolver propostas de atividades, cujo objetivo é capacitar a comunidade escolar, em especial as crianças e os jovens, para o uso ético das aplicações suportadas por IA numa perspetiva de integração curricular e transversalidade destas temáticas.
Conteúdos
Módulo 1 | Introdução à IA (5 horas – 3 horas síncronas + 2 horas assíncronas) 1.1 Definição e história da IA 1.2 Conceitos sobre IA 1.3 Exploração dos diferentes tipos de IA Módulo 2 | Aplicações Generativas suportadas por IA (5 horas – 3 horas síncronas + 2 horas assíncronas) 2.1 O que são aplicações generativas suportadas por IA? 2.2 Exemplos de aplicações generativas suportadas por IA (texto, imagem, música, vídeo, outras). 2.3 Exploração de ferramentas IA generativas em contexto educativo. Módulo 3 | IA e a Ética (5 horas – 3 horas síncronas + 2 horas assíncronas) 3.1 Introdução à Ética da IA: Exploração dos princípios éticos e morais envolvidos no desenvolvimento, implementação e uso da IA. 3.2 Quais os grandes inconvenientes da IA? 3.3 Recomendações para o seu uso em contexto educativo. Módulo 4 | Projeto Educativo envolvendo IA generativa (5 horas - 3 síncronas + 2 horas assíncronas) 4.1 Definição de objetivos do projeto educativo de IA generativa e escolha do domínio criativo. 4.2 Experimentação e iteração com a(s) ferramenta(s). 4.3 Reflexão ética e social. Módulo 5 |Avaliação e Reflexão (5 horas – 3 horas síncronas + 2 horas assíncronas) 5.1. Apresentação, partilha e reflexão sobre as propostas de planos de intervenção desenvolvidos pelos formandos.
Metodologias
O curso irá decorrer na modalidade de e-Learning com 15h síncronas e 10h assíncronas. O formador irá recorrer aplataformas LMS (Moodle) e de videoconferência (Zoom) para dinamizar as sessões/planificar atividades, tendo em vista asua aplicação com crianças e jovens em contexto educativo, utilizando os conteúdos explorados nas sessões, refletindosobre a importância da integração curricular e da transversalidade destas temáticas. Atividades teóricas: ensino dirigido/semi-dirigido (discussão de conceitos, resultados de investigação e experiências deterreno); atividades dirigidas de leitura/reflexão; discussão. Atividades práticas: aprendizagem experiencial (no terreno, o que é abordado na ação, reflexão permanente ao longo do processo); aprendizagem cooperativa (contacto entre grupos, acompanhamento por parte do formador e apresentação ,pelos formandos, do trabalho desenvolvido).
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei no 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho no 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10, conforme indicado no Despacho no 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua. Tendo por base a participação/contributos bem com como a elaboração de um trabalho final de cada um dos formandos.
Modelo
Preenchimento de questionário pelos formandos e pelo formador cujo tratamento estatístico é alvo de análise pela Secção de Formação e Monitorização e pelo Conselho de Diretores.
Bibliografia
Supporting global cooperation on artificial intelligence, United Nations: https://www.un.org/techenvoy/content/artificial-intelligence Artificial Intelligence and Education, A critical view through the lens of human rights, democracy and the rule of law, Councilof Europe: https://rm.coe.int/prems-092922-gbr-2517-ai-and-education-txt-16x24-web/1680a956e3 Orientações Éticas para Educadores sobre a utilização de Inteligência Artificial (IA) e de Dados no Ensino e naAprendizagem, Comissão Europeia: https://op.europa.eu/en/publication-detail/-/publication/d81a0d54-5348-11ed-92ed-01aa75ed71a1/language-en Artificial Intelligence and the future of education, European Commission:https://ec.europa.eu/commission/presscorner/detail/en/ip_22_6338 Beijing Consensus on Artificial Intelligence and Education, UNESCO: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000368303
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 19-09-2026 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 21-09-2026 (Segunda-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 3 | 24-09-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 29-09-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 19:30 | 2:00 | Online assíncrona |
| 5 | 03-10-2026 (Sábado) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 08-10-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 19:30 | 2:00 | Online assíncrona |
| 7 | 13-10-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 17-10-2026 (Sábado) | 09:30 - 11:30 | 2:00 | Online assíncrona |
| 9 | 24-10-2026 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 10 | 28-10-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 19:30 | 2:00 | Online assíncrona |
INSCREVER-ME
Laboratórios de Educação Digital: cenários de aprendizagem ativa
Educadores, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Educação Especial
Oficina
50.0 horas
b-learning
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Os Laboratórios de Educação Digital (LED) são espaços de suporte à aprendizagem, enriquecidos com recursos e equipamentos tecnológicos, para serem utilizados no contexto de todas as disciplinas do currículo, para o desenvolvimento das Aprendizagens Essenciais e das áreas de competências do Perfil dos ...
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Ref. 204C59-A1 Inscrições abertas até 2026-09-08 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-126398/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)
Início: 2026-09-22
Fim: 2026-11-19
Regime: b-learning
Local: ES Tondela
Formador
Paulo Sergio Rodrigues Nogueira
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023, a ação de formação releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
CFAE do Planalto Beirão
Enquadramento
Os Laboratórios de Educação Digital (LED) são espaços de suporte à aprendizagem, enriquecidos com recursos e equipamentos tecnológicos, para serem utilizados no contexto de todas as disciplinas do currículo, para o desenvolvimento das Aprendizagens Essenciais e das áreas de competências do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Com os recursos e equipamentos LED, os alunos podem potenciar as suas experiências de aprendizagem, ao realizarem atividades práticas e criativas, tais como: pesquisar e organizar informação, modelar, manipular variáveis, realizar experiências, analisar resultados, criar artefactos e soluções, criar histórias, desenvolver projetos, entre outras. Está prevista a instalação, no total, de 1300 LED nos estabelecimentos de ensino com 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e com ensino secundário, medida integrada na Componente C20 do Plano de Recuperação e Resiliência, no âmbito da “Transição digital na Educação”. De salientar que os LED assumem o formato de laboratórios multifacetados, direcionados para o desenvolvimento das áreas da Programação e Robótica, Artes e Multimédia e STEM (https://led.dge.medu.pt/). Neste contexto, a Direção-Geral da Educação considerou importante o desenvolvimento desta formação, que apresenta e explora exemplos práticos para serem aplicados na sala de aula, utilizando componentes e equipamentos tecnológicos fornecidos pelos LED, com o objetivo de apoiar as escolas na integração pedagógica destas tecnologias.
Objetivos
Conhecer os propósitos pedagógicos dos Laboratórios de Educação Digital (LED); Explorar cenários de aprendizagem LED, para o desenvolvimento das Aprendizagens Essenciais e das áreas decompetências do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória; Experimentar atividades com recurso a componentes e equipamentos tecnológicos disponibilizados nos Kits LED; Implementar atividades de aprendizagem ativa com recurso aos LED, numa abordagem disciplinar e/ou interdisciplinar. Criar um cenário de aprendizagem ativa com recurso aos LED, numa abordagem disciplinar e/ou interdisciplinar. Refletir sobre a aplicação destas práticas em contexto escolar e analisar as suas potencialidades em função das aprendizagens realizadas pelos alunos.
Conteúdos
Os conteúdos da ação de formação encontram-se organizados da seguinte forma: Módulo 0: Apresentação (2 horas: 2P) Apresentação dos formandos e formadores. Apresentação da formação. Introdução aos Laboratórios de Educação Digital. Conhecer o modelo de cenário de aprendizagem. Iniciar um mural de partilha das atividades da formação. Módulo 1: Aprender com recurso à impressão 3D (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso à utilização da impressão 3D. Explorar a criação de objetos 3D, configuração da impressão e parametrização de objetos a imprimir. Realizar atividades práticas com recurso à impressão 3D, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso à impressão 3D. Módulo 2: Comunicar com Artes e Multimédia (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso à utilização de equipamento Multimédia. Explorar a utilização do teleponto e do Chroma Key. Explorar funções básicas de um editor de vídeo, como recorte, inclusão de filtros, texto, áudio e legendas. Realizar atividades práticas com a utilização de equipamento Multimédia, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso à utilização de equipamento Multimédia. Módulo 3: Investigar com o micro:bit (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso à utilização de placas micro:bit. Explorar a programação das placas micro:bit, a partir do simulador, abordando desde projetos simples (como a exibição de mensagens ou animações) a projetos com uso de sensores. Realizar atividades práticas com a utilização de placas micro:bit, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso à utilização de placas micro:bit. Módulo 4: Explorar e programar com robôs (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso a robôs. Explorar conceitos básicos de programação de robôs, incluindo movimentos simples e o uso de sensores e motores. Realizar atividades práticas com a utilização de robôs, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso à utilização da robótica. Módulo 5: Atividades STEM na sala de aula (4 horas: 2P; 2 Síncronas) Explorar cenários de aprendizagem com recurso ao equipamento STEM. Explorar componentes do kit de ciências sobre energias renováveis. Realizar atividades práticas para a utilização de equipamento STEM, adequadas a diversos contextos curriculares. Partilhar sugestões pedagógicas para a sala de aula, com recurso ao equipamento STEM. Módulo 6: Apresentação e reflexão sobre a implementação (3 horas: 3P) Autoavaliação e autorreflexão sobre o processo de implementação desenvolvido. Apresentação e reflexão crítica sobre a experiência realizada e resultados obtidos. Reflexão final sobre a ação de formação.
Metodologias
A oficina irá decorrer na modalidade de B-Learning com sessões presenciais e sessões online síncronas, com a seguinte distribuição: 15h presenciais e 10horas online síncronas. O formador irá recorrer às plataformas de gestão de aprendizagem e de videoconferência para a dinamização das sessões online síncronas. Trabalho autónomo : 25 horas de trabalho autónomo para: Os formandos criam e implementam 2atividades de aprendizagem, em contexto disciplinar e/ou interdisciplinar, integrando os conteúdos explorados nas sessões conjuntas. Durante as sessões de formação refletem e participam nas tarefas em curso. Como trabalho final, criam um cenário de aprendizagem com recurso aos LED, incluindo atividades experimentadas com os alunos, e elaboram o seu Relatório de Reflexão Crítica Individual, submetendo-os em local próprio.
Avaliação
O regime de avaliação adotado será contínuo, abrangendo a avaliação do trabalho presencial e do trabalho autónomo em sala de aula, considerando as atividades realizadas com os alunos em sala de aula ou noutros contextos escolares. No final da Oficina de Formação, os formandos serão também avaliados pela apresentação final do trabalho realizado e pelo relatório individual. Os formandos serão avaliados utilizando a tabela de 1 a 10 valores, conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, utilizando os parâmetros de avaliação estabelecidos pela DGE e respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua.
Modelo
Preenchimento de questionário pelos formandos e pelo formador cujo tratamento estatístico é alvo de análise pela Secção de Formação e Monitorização e pelo Conselho de Diretores.
Bibliografia
Attewell, Jill (2020). Makerspaces in schools. Practical guidelines for school leaders and teachers. e50edfbf-b30d-49a2-a066-da2991cfb921 (eun.org) Attewell, Jill (2019). Building Learning Labs and Innovative Learning Spaces: Practical guidelines for school leaders andteachers. https://fcl.eun.org/documents/10180/4589040/FCL_guidelines_2019_DEF.pdf Bannister, D. (2017). Guidelines on exploring and adapting learning spaces in schools, Practical guidelines for schoolleaders and teachers. European Schoolnet. Belgium. https://files.eun.org/fcl/Learning_spaces_guidelines_Final.pdf Carravetta, L. (2015). Do microensino à vídeo-aula na era digital.file:///C:/Users/apaul/Downloads/admin,+Carravetta+OK+Fechada.pdf European Schoolnet (2019). The STE(A)M IT Framework: European integrated Stem teaching framework.https://files.eun.org/STEAMIT/STE(A)M-IT-Framework-Digital.pdf
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 22-09-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 2 | 26-09-2026 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
| 3 | 01-10-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 4 | 10-10-2026 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
| 5 | 20-10-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 6 | 31-10-2026 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
| 7 | 04-11-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Presencial |
| 8 | 10-11-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 9 | 14-11-2026 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Presencial |
| 10 | 19-11-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 19:30 | 2:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Atualização e aprofundamento científico-didático no ensino de Inglês nos 2.º, 3.º CEB e ensino secundário
Docentes do grupo 220 e 330
Oficina
50.0 horas
b-learning
Professores dos grupos de recrutamento 220 e 330
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania.
Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação ...
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Ref. C11-A1 Inscrições abertas até 2026-09-14 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-129157/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)
Início: 2026-09-23
Fim: 2026-11-25
Regime: b-learning
Local: ES Santa Comba Dão
Formador
Helena Maria da Mota Lopes
Destinatários
Professores dos grupos de recrutamento 220 e 330
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 220 e 330. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 220 e 330.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
CFAE do Planalto Beirão
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina de Inglês, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
- Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); - Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e oPA; - Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação queincentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; - Planificar, ensinar e avaliar tendo por base as diversas áreas de competência e domínios das aprendizagens essenciaisde inglês, refletindo a voz dos alunos; - Conceber projetos, aulas, sequências de aprendizagem, tarefas e/ou atividades motivadoras, criando 'autenticidade' nacomunicação que desenvolvam a criatividade, o pensamento crítico, a comunicação e a colaboração; - Promover a valorização da sua cultura e da dos outros: identidade e língua, espaços de realidades culturais diferentes e atitudes de tolerância e respeito intercultural.
Conteúdos
Módulo 1 – Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 – Características dos alunos dos 2.º, 3.º CEB e ensino secundário e metodologias (5h) -Características do desenvolvimento cognitivo e social destes alunos -Estratégias pedagógicas adequadas e atividades para um ambiente mais inclusivo -Gestão da sala de aula: comunicação, rotinas e comportamento. Módulo 3 – Competência comunicativa: Oralidade (10h) -Compreensão oral: técnicas de audição/visualização e compreensão de diferentes tipos de textos orais; atividades práticas com áudios/vídeos autênticos; apresentação e partilha de recursos didáticos variados; como avaliar para melhorar. -Interação e produção oral: estratégias para desenvolver a pronúncia, entoação e fluência; técnicas de preparação para apresentações/debates; partilha de atividades comunicativas autênticas; como avaliar para melhorar. Módulo 4 – Competência Comunicativa e géneros textuais: Escrita (10h) -Compreensão escrita: técnicas práticas; atividades com diferentes tipos de textos; compreensão escrita e desenvolvimento da criatividade, do espírito crítico, perspetivas e interpretações; como avaliar para melhorar. -Interação e produção escritas: reflexão sobre aspetos didáticos relevantes nos processos de produção escrita; construção de textos: recursos e atividades de motivação para a escrita; estratégias para a prática de escrita em diferentes formatos; técnicas de estruturação de textos; produção escrita integrada em projetos comunicativos, (inter)disciplinares; como avaliar para melhorar. Módulo 5 – Mediação (5h) -No contexto das línguas -Nos documentos de referência: PA e AE -Na prática letiva - Exemplos de atividades. Módulo 6 – CLIL, multi/plurilinguismo (5h) -Terminologia e definições -Promover e idealizar práticas de multilinguismo na sala de aula -Implementar e integrar atividades e estratégias plurilíngues e selecionar recursos apropriados -Pluriliteracias para uma aprendizagem mais efetiva. Módulo 7 – Competência Intercultural (5h) -Descrever diferentes elementos da sua cultura, identidade e língua por oposição à cultura anglo-saxónica e à língua inglesa -Identificar e analisar textos literários adequados ao desenvolvimento da Cidadania e Educação Intercultural -Comparar os espaços à sua volta com espaços culturais diferentes -Identificar exemplos concretos de atitudes de tolerância e respeito intercultural. Módulo Final (2,5 horas) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.
Metodologias
A oficina é constituída por 8 módulos (2 obrigatórios e 6opcionais): Módulo 1 e módulo final – Obrigatórios e presenciais O módulo administrado em terceiro lugar tem de terobrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na formação. Cada turma frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação. Na última sessão presencial haverá a apresentação/partilha dos trabalhos e discussão dos resultados Presencial/b-learning: reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando trabalho em pequeno e grande grupo; elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade). Trabalho Autónomo: será intercalado com as sessões presenciais e online; consolidação dos trabalhos(planificação/tarefa/atividade); aplicação prática em sala de aula dos trabalhos realizados; auscultação dos alunos em relação às atividades desenvolvidas
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados
Modelo
Preenchimento de questionário pelos formandos e pelo formador cujo tratamento estatístico é alvo de análise pela Secção de Formação e Monitorização e pelo Conselho de Diretores.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série – n.º 129.https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdf DGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE. Currículo do Ensino Básico e do Ensino Secundário para a construção de Aprendizagens Essenciais baseadas no Perfildos Alunos. Disponível emhttps://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdf Aprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0 Short, K, Day, D. & Schroeder, J. (2016). Teaching Globally. Reading the World Through Literature. Portland: StenhousePublishers
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 23-09-2026 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:00 | 2:30 | Presencial |
| 2 | 30-09-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
| 3 | 07-10-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
| 4 | 14-10-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
| 5 | 21-10-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
| 6 | 28-10-2026 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:00 | 2:30 | Presencial |
| 7 | 04-11-2026 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:00 | 2:30 | Presencial |
| 8 | 11-11-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
| 9 | 18-11-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
| 10 | 25-11-2026 (Quarta-feira) | 16:30 - 19:00 | 2:30 | Presencial |
INSCREVER-ME
Atualização e aprofundamento científico-didático no ensino da Educação Física - Ensino Básico e Ensino Secundário
Professores do grupo de recrutamento 260 e 620
Oficina
50.0 horas
b-learning
Professores dos grupos de recrutamento 260 e 620
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania.
Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação ...
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Ref. C15-A1 Inscrições abertas até 2026-09-23 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-129186/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)
Início: 2026-09-30
Fim: 2026-11-18
Regime: b-learning
Local: Escola Secundária de Molelos
Formador
Ana Margarida Picado Topete
Destinatários
Professores dos grupos de recrutamento 260 e 620
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 260 e 620. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 260 e 620.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
CFAE do Planalto Beirão
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina de Educação Física, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.
Objetivos
Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da disciplina de Educação Física; Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e oPA; Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação queincentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; Aprofundar conhecimentos científicos e didáticos relativos às diferentes matérias do currículo; Operacionalizar e estruturar as AE em Educação Física ao longo do Ensino Básico e Ensino Secundário, promovendo arecuperação de aprendizagens entre ciclos; Usar múltiplas formas de avaliação formativa e de feedback em Educação Física, de acordo com as necessidades e perfilde cada aluno; Desenvolver uma avaliação para a aprendizagem em Educação Física, diversificando métodos e instrumentos, numa lógica de compromisso e autorregulação.
Conteúdos
Módulo 1 – Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 – Subárea dos Jogos Desportivos Coletivos (JDC) (5 horas – 2 horas online + 3 horas presenciais) Análise e operacionalização dos objetivos e conteúdos relativos aos JDC; Aprofundar conhecimentos científicos e didáticos relativos ao ensino do JDC; Implementação e apresentação de situações práticas de aprendizagem; Análise e reflexão sobre as técnicas e instrumentos utilizados. Módulo 3 – Subárea da Ginástica (5 horas – 2 horas online + 3 horas presenciais) Análise e operacionalização dos objetivos e conteúdos relativos à Ginástica; Aprofundar conhecimentos científicos e didáticos relativos ao ensino da Ginástica; Implementação e apresentação de situações práticas de aprendizagem; Análise e reflexão sobre as técnicas e instrumentos utilizados. Módulo 4 – Subárea das Atividades Rítmicas Expressivas (ARE) (5 horas – 2 horas online + 3 horas presenciais) Análise e operacionalização dos objetivos e conteúdos relativos às ARE; Aprofundar conhecimentos científicos e didáticos relativos ao ensino das ARE; Implementação e apresentação de situações práticas de aprendizagem; Análise e reflexão sobre as técnicas e instrumentos utilizados. Módulo 5 – Subárea da Patinagem (5 horas – 2 horas online + 3 horas presenciais) Análise e operacionalização dos objetivos e conteúdos relativos à Patinagem; Aprofundar conhecimentos científicos e didáticos relativos ao ensino da Patinagem; Implementação e apresentação de situações práticas de aprendizagem; Análise e reflexão sobre as técnicas e instrumentos utilizados. Módulo 6 – Subárea do Atletismo (5 horas – 2 horas online + 3 horas presenciais) Análise e operacionalização dos objetivos e conteúdos relativos ao Atletismo; Aprofundar conhecimentos científicos e didáticos relativos ao ensino do Atletismo; Implementação e apresentação de situações práticas de aprendizagem; Análise e reflexão sobre as técnicas e instrumentos utilizados. Módulo 7 – Subárea Outras (jogos de raquetes, desportos de combate) (5 horas – 2 horas online + 3 horas presenciais) Análise e operacionalização dos objetivos e conteúdos relativos à subárea Outras; Aprofundar conhecimentos científicos e didáticos relativos ao ensino das Outras matérias; Implementação e apresentação de situações práticas de aprendizagem; Análise e reflexão sobre as técnicas e instrumentos utilizados. Módulo Final (2,5 horas) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.
Metodologias
A oficina é constituída por 8 módulos (2 obrigatórios e 6opcionais): Módulo 1 e módulo final – Obrigatórios e presenciais Os módulos opcionais (do módulo 2 ao módulo 7) são definidostendo por referência temas/domínios sinalizados pelasescolas/formandos que irão participar na formação. Cada turmafrequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25horas de formação. Na última sessão presencial haverá aapresentação/partilha dos trabalhos e discussão dos resultados. Presencial/b-learning: reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando trabalho em pequeno e grande grupo; elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade). Trabalho Autónomo: será intercalado com as sessões presenciais e online; consolidação dos trabalhos(planificação/tarefa/atividade); aplicação prática em sala de aula dos trabalhos realizados; auscultação dos alunos em relação às atividades desenvolvidas.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.
Modelo
Preenchimento de questionário pelos formandos e pelo formador cujo tratamento estatístico é alvo de análise pela Secção de Formação e Monitorização e pelo Conselho de Diretores.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série – n.º 129.https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdf DGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENSESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível emhttps://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdf Aprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0 Portal da Educação Física. Disponível em http://www.portaldaeducacaofisica.dge.mec.pt
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 30-09-2026 (Quarta-feira) | 15:00 - 20:00 | 5:00 | Presencial |
| 2 | 01-10-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 3 | 14-10-2026 (Quarta-feira) | 15:00 - 19:00 | 4:00 | Presencial |
| 4 | 15-10-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 5 | 28-10-2026 (Quarta-feira) | 15:00 - 19:00 | 4:00 | Presencial |
| 6 | 29-10-2026 (Quinta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 7 | 17-11-2026 (Terça-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 8 | 18-11-2026 (Quarta-feira) | 15:00 - 19:00 | 4:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Atualização e aprofundamento científico-didático no ensino de Educação Artística 1.º ciclo do Ensino Básico
Docentes do grupo 110
Oficina
50.0 horas
b-learning
Professores do grupo de recrutamento 110
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania.
Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação ...
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Ref. C8-A1 Inscrições abertas até 2026-09-23 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-129129/24
Modalidade: Oficina de Formação
Duração: 50.0 horas (25.0 horas presenciais + 25.0 horas de trabalho autónomo)
Início: 2026-10-06
Fim: 2026-11-19
Regime: b-learning
Local: ES Tondela
Formador
Ivone Gonçalves Duarte Ramos
Destinatários
Professores do grupo de recrutamento 110
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 110.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
CFAE do Planalto Beirão
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e no desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científicas e didáticas dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), das diferentes áreas da Educação Artística do 1.º CEB (Artes Visuais, Dança, Música, Expressão Dramática/Teatro), orientada numa perspetiva holística e em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendi
Objetivos
Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e oPA; Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante a oficina de formação queincentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; Estimular a implementação de metodologias ativas de aprendizagem promotoras da diferenciação pedagógica, tendo emconsideração as aprendizagens a desenvolver nas diferentes áreas artísticas, as necessidades dos alunos e a consecuçãode um ensino de qualidade; Valorizar o papel da Educação Artística como promotor do desenvolvimento global dos alunos, na sua relação consigo,com os outros e com o meio; Valorizar cada área artística na sua individualidade, na relação entre si e com as demais áreas do conhecimento.
Conteúdos
Módulo 1 – Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem). As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos? Módulo 2 – Narrativas visuais (Artes Visuais 5h) Utilizar a linguagem das artes visuais (cor, forma, linha, textura, padrão, proporção e desproporção, plano, luz, espaço, volume, movimento, ritmo, matéria, entre outros), na construção de projetos multiculturais (através da transformação gráfica, construção de formas, texturas, padrões, objetos e ambientes). Módulo 3 – Comunicar através da dança (Dança 5 h) Consciência e domínio do corpo: corpo, movimento, tempo e dinâmica. As possibilidades de movimento e a sua expressividade. Módulo 4 – Interpretação e Comunicação musical (Música 5 h) A voz (falada e cantada) e o corpo (corpo e movimento): seleção, audição e interpretação de canções/peças musicais, com formas, estilos, géneros e tecnologias diferenciadas, adaptadas a diferentes contextos. O movimento como forma de comunicação musical. Módulo 5 – Expressão dramática como meio de comunicação (Exp. Dramática/Teatro 5h) O corpo como meio de expressão, comunicação e criação: Exploração e desenvolvimento das possibilidades motoras e expressivas do corpo (corpo, voz e movimento/gesto/objetos/ improvisação). Módulo 6 – Exploração de materiais (Artes Visuais 5h) Exploração de diferentes materiais/objetos e de técnicas de expressão (pintura, desenho, entre outras), nas suas formas físicas ou digitais, para a reinvenção/criação de novas imagens. Módulo 7 – Exploração do corpo e do espaço (Dança 5h) O corpo e o trajeto no espaço: direções de movimento no espaço; Corpo e relações: ocupação/evolução /progressão no espaço (próprio ou partilhável). Sequência de movimentos, performance/coreografia. Diferentes estilos, formas e géneros de dança (referências de exemplos na dança). Módulo 8 – Exploração de materiais para produção musical (Música 5h) Utilização da voz, corpo e/ou objetos para exploração/criação sonoro-musical, com formas, estilos, géneros diferenciados: improvisação e interpretação. Módulo 9 – Os materiais na exploração da expressão dramática (Exp. Dramática/ Teatro 5h) Jogo Dramático: Linguagem Verbal e Não-Verbal: improvisação (Improvisar palavras, sons, gestos e ações, a partir de diferentes estímulos: ambientes, temas ou ideias) e dramatização (Explorar e/ou criar histórias /analisar textos para a construção de personagens e suas interações, em situações distintas e com diferentes finalidades). Módulo Final (2,5 horas) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.
Metodologias
A oficina é constituída por 10 módulos (2 obrigatórios e 8opcionais): Módulo 1 e módulo final – Obrigatórios e presenciais O módulo administrado em terceiro lugar tem de terobrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referênciatemas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irãoparticipar na formação. Cada turma frequentará um conjunto demódulos que permita totalizar 25 horas de formação. Na últimasessão presencial haverá a apresentação/partilha dos trabalhose discussão dos resultados. Presencial/b-learning: reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando trabalho em pequeno e grande. Trabalho Autónomo: será intercalado com as sessões presenciais e online; consolidação dos trabalhos(planificação/tarefa/atividade); aplicação prática em sala de aula dos trabalhos realizados; auscultação dos alunos em relação às atividades desenvolvidas.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, duas planificações/tarefas/atividades no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.
Modelo
Preenchimento de questionário pelos formandos e pelo formador cujo tratamento estatístico é alvo de análise pela Secção de Formação e Monitorização e pelo Conselho de Diretores.
Bibliografia
Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018)..Diário da República, I série – n.º 129.https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdf DGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE. CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENSESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível emhttps://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdf Aprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0 Plataforma Digital de recursos artísticos e pedagógicos: www.cantarmais.pt.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 06-10-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
| 2 | 07-10-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Online síncrona |
| 3 | 13-10-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
| 4 | 14-10-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Presencial |
| 5 | 17-10-2026 (Sábado) | 09:30 - 12:00 | 2:30 | Online síncrona |
| 6 | 20-10-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
| 7 | 21-10-2026 (Quarta-feira) | 17:00 - 19:30 | 2:30 | Presencial |
| 8 | 31-10-2026 (Sábado) | 09:30 - 12:00 | 2:30 | Online síncrona |
| 9 | 10-11-2026 (Terça-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
| 10 | 19-11-2026 (Quinta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Presencial |
INSCREVER-ME
Produtos e Tecnologias de Apoio - Inclusão / Acessibilidade / Participação
Docentes do grupo 910,920,930,360 e 550
Curso
25.0 horas
e-learning
Docentes do grupo 910,920,930,360 e 550
O enquadramento legal da educação inclusiva vem reforçar as orientações sobre o direito de cada um dos alunos a uma educação consentânea com as suas necessidades e potencialidades.
O enorme desafio que constitui a adoção de práticas inclusivas faz requerer a adoção de metodologias e ferramentas que ...
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Ref. C61-A1 Inscrições abertas até 2026-09-23 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-126397/24
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 2026-10-07
Fim: 2026-11-18
Regime: e-learning
Local: À distância
Formador
Rui Manuel Neves de Campos Fernandes
Destinatários
Docentes do grupo 910,920,930,360 e 550
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Docentes do grupo 910,920,930,360 e 550. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Docentes do grupo 910,920,930,360 e 550.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
CFAE do Planalto Beirão
Enquadramento
O enquadramento legal da educação inclusiva vem reforçar as orientações sobre o direito de cada um dos alunos a uma educação consentânea com as suas necessidades e potencialidades. O enorme desafio que constitui a adoção de práticas inclusivas faz requerer a adoção de metodologias e ferramentas que promovam as aprendizagens de todos convocando quando necessário, a ação das equipas dos CRTIC, enquanto recurso organizacional específico de apoio à aprendizagem e à inclusão. Reconhecendo a importância dos PA como mais um pilar na construção da escola inclusiva, pretende-se que os CRTIC protagonizem uma intervenção atempada junto daqueles que deles necessitam para alcançar todo o seu potencial. A missão dos CRTIC prende-se com a avaliação das barreiras de acesso ao currículo, a prescrição dos PA adequados, a capacitação dos alunos, a implementação dos equipamentos na escola e a revisão das soluções propostas. O desenvolvimento tecnológico observado na área das TIC e as constantes exigências de uma Escola para Todos requerem a capacitação de todos os intervenientes no processo de ensino e de aprendizagem dos alunos que necessitam de PA. A presente ação insere-se no processo de concretização do plano de atividades da DGE, designadamente no que concerne ao objetivo de promover, conceber e acompanhar as medidas tendentes à utilização pedagógica das TIC no âmbito da educação especial, promovendo a capacitação de docentes que já desempenham ou que possam vir adesempenhar funções num CRTIC.
Objetivos
• Explorar o DL 54/2018, de 6 de julho, na sua versão atual, identificando implicações para a adoção de práticas maisinclusivas. • Explorar os documentos legislativos DL 93/2009, de 16 de abril, e o Despacho nº 5291/2015, de 21 de maio. • Conhecer as competências dos CRTIC, enquanto recurso organizacional e o Sistema que enquadra a atribuição efinanciamento dos Produtos de Apoio (SAPA). • Aprofundar o conhecimento sobre os Produtos de Apoio para a Comunicação Alternativa e Aumentativa, suascaracterísticas e potencialidades. • Aprofundar o conhecimento sobre Produtos de Apoio para as acessibilidades a nível motor, auditivo e visual, suascaracterísticas e potencialidades. • Saber instalar e configurar os produtos de apoio de acordo com as características de cada aluno. • Compreender as dinâmicas pedagógicas de sala de aula e conceber a utilização de Produtos de Apoio em situações deacesso ao currículo. • Explorar as possibilidades de adaptação de materiais de baixo custo.
Conteúdos
Módulo 1 - O impacto das orientações de política educativa nas práticas pedagógicas (3 horas síncronas) • Exploração do documento legislativo DL nº 54/2018, de 6 de julho, na sua versão atual, de apoio à prática letiva de formaintegrada, destacando-se a reflexão e a análise de práticas sobre: a) Os valores e princípios de base humanista, onde o aluno assume a centralidade da ação (Perfil dos Alunos à Saída daEscolaridade Obrigatória); b) A gestão inclusiva, integrada, flexível e articulada do currículo; c) O recurso a modelos de intervenção e modelos pedagógicos de resposta à diversidade e de promoção de umaeducação de qualidade para todos os alunos; Módulo 2 – Os CRTIC, enquanto recurso específico organizacional e o Sistema SAPA (5 horas – 2 sessões síncronas) • Exploração do documento legislativo Despacho nº 5291/2015, de 21 de maio, compreendendo a dinâmica de um Centrode Recursos TIC e o seu papel de proximidade à escola. • Exploração do documento legislativo DL 93/2009, de 16 de abril, compreendendo a abrangência do Sistema SAPA. • O processo de avaliação e prescrição de produtos de apoio e o envolvimento de todos os intervenientes no processo. Módulo 3 – A Comunicação Alternativa e Aumentativa (10 horas –1 Sessão síncrona de 2:30 e 3 sessões assíncronas de2:30H) • As Tecnologias de Apoio para a Comunicação e a sua importância para a participação e a inclusão da criança/aluno. • Abordagem à CAA sem tecnologia, com baixa tecnologia e alta tecnologia. • Ferramentas digitais e aplicações gratuitas para a CAA. • Construção de materiais para a CAA – Adequação às necessidades e características da cada criança/aluno. Módulo 4 – Acessibilidades (7 horas – 1 sessão assíncrona de 2:30H 2 duas sessões síncronas, sendo 1 de 2:30H e 1 de2:00H) • Produtos e Tecnologias de apoio para a acessibilidade motora, visual e auditiva. • Planificação intencional – Acessibilidade e recurso ao Desenho Universal para a Aprendizagem.
Metodologias
Nesta formação, em regime de frequência e-learning, serão abordados os conteúdos recorrendo a metodologias ativas de ensino e de aprendizagem. Será privilegiado o trabalho em pequeno e grande grupo com momentos de reflexão e de discussão restrita e alargada. Nas sessões, devem ser definidos tempos de partilha e de reflexão em torno das experiências e das práticas dos formandos, devendo o formador ter um papel ativo na ligação das práticas aos conteúdos. Os docentes devem ser desafiados à reflexão sobre a acessibilidade no quotidiano escolar das crianças/alunos quenecessitam de produtos/tecnologias de apoio.
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua". A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado pelos formandos que deve consistir num estudo decaso com a adoção de produtos/tecnologias de apoio em sala de aula.
Modelo
Preenchimento de questionário pelos formandos e pelo formador cujo tratamento estatístico é alvo de análise pela Secção de Formação e Monitorização e pelo Conselho de Diretores.
Bibliografia
DGE (2018), Para uma educação inclusiva: Manual de Apoio à Prática. Encarnação, Pedro; Azevedo, Luís; Lontral, Ana Rita, (2015), Tecnologias de Apoio para pessoas com deficiência. Lisboa:FCT. ESECS/IPLeiria et al. (2015) Tecnologias de Apoio – Tecnologias para todos.https://iconline.ipleiria.pt/handle/10400.8/1317 WATI. (2009). Assessing Students’ Needs for Assistive Technology - A Resource Manual for School District Teams.Wisconsin Assistive Technology Initiative. Jill Gierach Editor. Tetzchner, S. v., & Martinsen, H. (2000). Introdução à Comunicação Aumentativa e Alternativa. Porto: Porto Editora.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 07-10-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 14-10-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
| 3 | 21-10-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
| 4 | 28-10-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
| 5 | 02-11-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online assíncrona |
| 6 | 06-11-2026 (Sexta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online assíncrona |
| 7 | 09-11-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online assíncrona |
| 8 | 11-11-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online síncrona |
| 9 | 13-11-2026 (Sexta-feira) | 17:30 - 20:00 | 2:30 | Online assíncrona |
| 10 | 18-11-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 19:30 | 2:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
IA e Ética: desafios e oportunidades
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário, Educação Especial e Professores Bibliotecários
Curso
25.0 horas
e-learning
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário, Educação Especial e Professores Bibliotecários
A Inteligência Artificial (IA) está cada vez mais presente nas nossas vidas, tornando-se uma componente fundamental da sociedade atual. À medida que a IA evolui, surgem questões éticas e morais sobre como essa tecnologia deve ser usada e quais são seus possíveis impactos na sociedade.
Ao adotar a IA na ...
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Ref. C57-A1 Inscrições abertas até 2026-09-23 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-124436/24
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 2026-10-07
Fim: 2026-11-17
Regime: e-learning
Local: À distância
Formador
Ricardo Jorge Ribeiro dos Santos
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário, Educação Especial e Professores Bibliotecários
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário, Educação Especial e Professores Bibliotecários. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023, a ação de formação releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário, Educação Especial e Professores Bibliotecários.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
CFAE do Planalto Beirão
Enquadramento
A Inteligência Artificial (IA) está cada vez mais presente nas nossas vidas, tornando-se uma componente fundamental da sociedade atual. À medida que a IA evolui, surgem questões éticas e morais sobre como essa tecnologia deve ser usada e quais são seus possíveis impactos na sociedade. Ao adotar a IA na educação, é fundamental considerar essas questões éticas e garantir que os sistemas de IA sejam projetados e implementados com responsabilidade, transparência e equidade, com o objetivo de melhorar a aprendizagem e o desenvolvimento dos alunos. Com esta ação, pretende-se que os formandos desenvolvam propostas de atividades, cujo objetivo é capacitar a comunidade escolar, em especial as crianças e os jovens, para o uso ético das aplicações suportadas por IA numa perspetiva de integração curricular e transversalidade destas ferramentas.
Objetivos
Conhecer alguns dos conceitos sobre IA; Identificar diferentes tipos de IA; Conhecer diferentes aplicações generativas suportadas por IA (texto, imagem, música, vídeo, outras); Debater e refletir sobre os aspetos da IA e a Ética em contexto educativo; Identificar os grandes inconvenientes da IA; Desenvolver propostas de atividades, cujo objetivo é capacitar a comunidade escolar, em especial as crianças e os jovens, para o uso ético das aplicações suportadas por IA numa perspetiva de integração curricular e transversalidade destas temáticas.
Conteúdos
Módulo 1 | Introdução à IA (5 horas – 3 horas síncronas + 2 horas assíncronas) 1.1 Definição e história da IA 1.2 Conceitos sobre IA 1.3 Exploração dos diferentes tipos de IA Módulo 2 | Aplicações Generativas suportadas por IA (5 horas – 3 horas síncronas + 2 horas assíncronas) 2.1 O que são aplicações generativas suportadas por IA? 2.2 Exemplos de aplicações generativas suportadas por IA (texto, imagem, música, vídeo, outras). 2.3 Exploração de ferramentas IA generativas em contexto educativo. Módulo 3 | IA e a Ética (5 horas – 3 horas síncronas + 2 horas assíncronas) 3.1 Introdução à Ética da IA: Exploração dos princípios éticos e morais envolvidos no desenvolvimento, implementação e uso da IA. 3.2 Quais os grandes inconvenientes da IA? 3.3 Recomendações para o seu uso em contexto educativo. Módulo 4 | Projeto Educativo envolvendo IA generativa (5 horas - 3 síncronas + 2 horas assíncronas) 4.1 Definição de objetivos do projeto educativo de IA generativa e escolha do domínio criativo. 4.2 Experimentação e iteração com a(s) ferramenta(s). 4.3 Reflexão ética e social. Módulo 5 |Avaliação e Reflexão (5 horas – 3 horas síncronas + 2 horas assíncronas) 5.1. Apresentação, partilha e reflexão sobre as propostas de planos de intervenção desenvolvidos pelos formandos.
Metodologias
O curso irá decorrer na modalidade de e-Learning com 15h síncronas e 10h assíncronas. O formador irá recorrer aplataformas LMS (Moodle) e de videoconferência (Zoom) para dinamizar as sessões/planificar atividades, tendo em vista asua aplicação com crianças e jovens em contexto educativo, utilizando os conteúdos explorados nas sessões, refletindosobre a importância da integração curricular e da transversalidade destas temáticas. Atividades teóricas: ensino dirigido/semi-dirigido (discussão de conceitos, resultados de investigação e experiências deterreno); atividades dirigidas de leitura/reflexão; discussão. Atividades práticas: aprendizagem experiencial (no terreno, o que é abordado na ação, reflexão permanente ao longo do processo); aprendizagem cooperativa (contacto entre grupos, acompanhamento por parte do formador e apresentação ,pelos formandos, do trabalho desenvolvido).
Avaliação
Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei no 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho no 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10, conforme indicado no Despacho no 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua. Tendo por base a participação/contributos bem com como a elaboração de um trabalho final de cada um dos formandos.
Modelo
Preenchimento de questionário pelos formandos e pelo formador cujo tratamento estatístico é alvo de análise pela Secção de Formação e Monitorização e pelo Conselho de Diretores.
Bibliografia
Supporting global cooperation on artificial intelligence, United Nations: https://www.un.org/techenvoy/content/artificial-intelligence Artificial Intelligence and Education, A critical view through the lens of human rights, democracy and the rule of law, Councilof Europe: https://rm.coe.int/prems-092922-gbr-2517-ai-and-education-txt-16x24-web/1680a956e3 Orientações Éticas para Educadores sobre a utilização de Inteligência Artificial (IA) e de Dados no Ensino e naAprendizagem, Comissão Europeia: https://op.europa.eu/en/publication-detail/-/publication/d81a0d54-5348-11ed-92ed-01aa75ed71a1/language-en Artificial Intelligence and the future of education, European Commission:https://ec.europa.eu/commission/presscorner/detail/en/ip_22_6338 Beijing Consensus on Artificial Intelligence and Education, UNESCO: https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000368303
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 07-10-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 13-10-2026 (Terça-feira) | 15:00 - 17:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 3 | 21-10-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 27-10-2026 (Terça-feira) | 15:00 - 17:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 5 | 28-10-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 03-11-2026 (Terça-feira) | 15:00 - 17:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 7 | 04-11-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 10-11-2026 (Terça-feira) | 15:00 - 17:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 9 | 11-11-2026 (Quarta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 10 | 17-11-2026 (Terça-feira) | 15:00 - 17:00 | 2:00 | Online assíncrona |
INSCREVER-ME
Neuroeducação em Ação: Estratégias Práticas para Potenciar a Aprendizagem
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, do Ensino Secundário e de Educação Especial
Curso
25.0 horas
e-learning
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, do Ensino Secundário e de Educação Especial
A presente ação de formação- "Neuroeducação em Ação: Estratégias Práticas para Potenciar a Aprendizagem" surge da necessidade crescente de uma abordagem pedagógica sustentada no conhecimento científico sobre o funcionamento do cérebro e os seus impactos na aprendizagem. A Neuroeducação, ao integrar ...
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Ref. C64-A1 Inscrições abertas até 2026-09-23 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-137889/25
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 2026-10-07
Fim: 2026-11-04
Regime: e-learning
Local: À distância
Formador
Cátia Andreia Costa Frias Carvalho Mateus
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, do Ensino Secundário e de Educação Especial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, do Ensino Secundário e de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023, a ação de formação releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, do Ensino Secundário e de Educação Especial.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
CFAE do Planalto Beirão
Enquadramento
A presente ação de formação- "Neuroeducação em Ação: Estratégias Práticas para Potenciar a Aprendizagem" surge da necessidade crescente de uma abordagem pedagógica sustentada no conhecimento científico sobre o funcionamento do cérebro e os seus impactos na aprendizagem. A Neuroeducação, ao integrar contributos da neurociência, psicologia e educação, oferece ferramentas essenciais para melhorar a eficácia das práticas pedagógicas, tornando-as mais ajustadas ao modo como os alunos aprendem, sentem e se desenvolvem. Num contexto educativo cada vez mais exigente e diverso, os docentes enfrentam o desafio de responder de forma eficaz às diferentes necessidades dos alunos. Este curso responde a esses desafios, disponibilizando ferramentas práticas e fundamentadas na neurociência cognitiva, com impacto direto na gestão pedagógica da sala de aula, na diferenciação das práticas e na inclusão educativa. Entre as mais-valias do curso destacam-se: o aprofundamento de conhecimentos sobre os mecanismos cerebrais envolvidos na aprendizagem; o desenvolvimento de estratégias práticas e facilmente aplicáveis em sala de aula; a promoção da motivação e do envolvimento dos alunos; e a valorização do papel do docente como agente de mudança educativa, com base em evidências científicas
Objetivos
Dotar os formandos de conhecimentos sobre os princípios da neuroeducação, promovendo a sua aplicação prática nocontexto educativo; Desenvolver estratégias pedagógicas baseadas no funcionamento do cérebro que favoreçam a atenção, a memória, amotivação e a autorregulação dos alunos; Estimular práticas diferenciadas e inclusivas, ajustadas ao perfil cognitivo dos discentes; Fomentar uma reflexão crítica sobre as práticas pedagógicas, com base em evidências científicas; Capacitar os docentes para integrarem metodologias inovadoras que promovam aprendizagens significativas esustentadas
Conteúdos
Módulo 1- Fundamentos da Neuroeducação Conceitos básicos de neuroeducação Como o cérebro aprende: neuroplasticidade e aprendizagem Relação entre cognição, emoção e motivação no ensino O impacto do stress e das emoções na aprendizagem Neurociência aplicada ao contexto escolar Módulo 2 – Funções Executivas e Processos Cognitivos Memória e aprendizagem: tipos de memória e a sua influência no ensino Funções executivas: atenção, autorregulação, resolução de problemas Desenvolvimento do pensamento crítico e da criatividade Estratégias para melhorar a atenção e concentração dos alunos Módulo 3 – Aplicação da Neuroeducação em Sala de Aula Estratégias neuroeducativas para ensinar diferentes perfis de alunos Diferenciação pedagógica baseada no funcionamento do cérebro Como criar ambientes de aprendizagem que promovam o desenvolvimento Tecnologias e metodologias ativas na neuroeducação Módulo 4– O Papel do Movimento e da Experiência Sensorial Corpo e cérebro: a importância do movimento para a aprendizagem A psicomotricidade como ferramenta educativa Aprendizagem baseada na experiência e no contexto sensorial A influência do brincar no desenvolvimento cognitivo
Metodologias
A formação, em regime de frequência e-learning, sessões síncronas, será desenvolvida com base em metodologias ativase centradas no formando, promovendo a participação, a reflexão crítica e a aplicação prática dos conteúdos. Método Expositivo conjugado com o método interrogativo para a introdução de conceitos teóricos da neuroeducação, promovendo a interação constante com os formandos; Estudo de casos práticos, permitindo a análise e discussão de situações reais do contexto escolar, à luz dos princípios da neuroeducação; Trabalho colaborativo, através da realização de dinâmicas de grupo, em que os formandos poderão construir, em conjunto, estratégias pedagógicas aplicáveis à sua realidade educativa; Reflexão individual e em grupo, promovendo o pensamento crítico sobre as próprias práticas e a incorporação de novas abordagens
Avaliação
O instrumento de avaliação utilizado será uma reflexão individual com número limitado de carateres. As dimensões de avaliação são: a participação e o trabalho individual, com as seguintes ponderações: Participação,interesse e motivação nas atividades – 30%; Qualidade do trabalho individual – 40%; Relatório crítico final individual dotrabalho desenvolvido – 30%. Os formandos serão avaliados quantitativamente numa escala de 1 a 10 valores, de acordocom os critérios definidos pela Comissão Pedagógica do Centro de Formação e pelo Conselho Científico e Pedagógico daFormação Contínua de Professores
Modelo
Preenchimento de questionário pelos formandos e pelo formador cujo tratamento estatístico é alvo de análise pela Secção de Formação e Monitorização e pelo Conselho de Diretores.
Bibliografia
Galvão, I. M., & Pacheco, J. A. (Orgs.). (2021). Neuroeducação e práticas pedagógicas: Diálogos entre ciência eeducação. Edições Afrontamento. Neuroeducação na Primeira Infância – Ramos, I. B. dos S. (2023). Neuroeducação na Primeira Infância. Revista CientíficaFESA. DOI:10.56069/2676-0428.2023.280 Mateus, C. A. (2016). Programa de Estimulação em Neuroeducação – Nível 1 e 2. Psicosoma Pereira, R. (2020). Programa de neurociência. PsicoSoma Editora. Desenvolvimento cognitivo infantil e alfabetização: Contribuição da neurociência e da neuroeducação – Vargas, E. G.,Drumond, L. C. P., & Machado, M. G. V. (–). Desenvolvimento cognitivo infantil e alfabetização: contribuição daneurociência e da neuroeducação. Seven Editora
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 07-10-2026 (Quarta-feira) | 15:30 - 18:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 12-10-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 14-10-2026 (Quarta-feira) | 15:30 - 18:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 19-10-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 21-10-2026 (Quarta-feira) | 15:30 - 18:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 26-10-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 28-10-2026 (Quarta-feira) | 15:30 - 17:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 8 | 02-11-2026 (Segunda-feira) | 17:30 - 19:30 | 2:00 | Online síncrona |
| 9 | 04-11-2026 (Quarta-feira) | 15:30 - 18:30 | 3:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Monitorização e Avaliação de Projetos Educativos: Práticas de Autoavaliação e Melhoria Contínua
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, do Ensino Secundário e de Educação Especial
ACD
6.0 horas
e-learning
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
A monitorização e avaliação de projetos educativos em Portugal enquadram-se num quadro legal e institucional atualizado que valoriza a qualidade das aprendizagens, a autorregulação das escolas e a melhoria contínua do sistema educativo. Desde logo, a Lei de Bases do Sistema Educativo consagra o princípio ...
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Ref. C66ACD4 26/27 Inscrições abertas até 2026-10-01 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD 4
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 6.0 horas
Início: 2026-10-12
Fim: 2026-10-19
Regime: e-learning
Local: À distância
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
CFAE do Planalto Beirão
Enquadramento
A monitorização e avaliação de projetos educativos em Portugal enquadram-se num quadro legal e institucional atualizado que valoriza a qualidade das aprendizagens, a autorregulação das escolas e a melhoria contínua do sistema educativo. Desde logo, a Lei de Bases do Sistema Educativo consagra o princípio da avaliação permanente do sistema educativo, orientada para a sua eficácia e adequação às necessidades sociais. Este princípio implica que os projetos educativos das escolas sejam objeto de acompanhamento sistemático e avaliação, enquanto instrumentos estruturantes da ação educativa. Ao nível da organização das escolas, o Decreto-Lei n.º 75/2008 (na sua redação atual) reforça a importância da autoavaliação como mecanismo de regulação interna, integrando-a nos instrumentos de prestação de contas e gestão escolar. A autoavaliação constitui, assim, uma dimensão essencial da monitorização dos projetos educativos, articulando planeamento, execução e melhoria. No plano da avaliação institucional, destaca-se o Quadro de Referência da Avaliação Externa das Escolas, atualizado no âmbito do programa de Avaliação Externa das Escolas da Inspeção-Geral da Educação e Ciência. Este referencial organiza-se em domínios como Resultados, Prestação do Serviço Educativo, Liderança e Gestão e Autoavaliação, integrando explicitamente processos de monitorização, análise de resultados e implementação de estratégias de melhoria. A atualização mais recente reforça ainda a articulação com sistemas de monitorização da educação inclusiva e com indicadores de qualidade educativa. Neste contexto, as escolas são chamadas a: a) recolher e analisar evidências sobre a execução dos projetos; b) monitorizar resultados académicos e sociais dos alunos; c) comparar dados de avaliação interna e externa; d) ajustar práticas com base nos resultados obtidos. Assim, a monitorização e avaliação dos projetos educativos configuram-se como um processo contínuo, sistemático e regulado, articulando avaliação interna (autoavaliação) e externa (IGEC), e assumindo-se como condição essencial para a melhoria sustentada das práticas educativas e dos resultados escolares.
Objetivos
• Definir e aplicar indicadores de monitorização dos projetos educativos, com recurso a instrumentos estruturados de recolha de evidências. • Interpretar dados de avaliação (internos e externos) para apoiar a reflexão sobre práticas pedagógicas; • Reconhecer a importância da articulação entre planeamento, monitorização e avaliação, enquanto suporte à melhoria das práticas educativas. • Construir e utilizar instrumentos de apoio (grelhas, rubricas e/ou relatórios) que sistematizem o acompanhamento e a avaliação das ações educativas.
Conteúdos
• Enquadramento da avaliação no sistema educativo português: princípios da monitorização e avaliação de projetos educativos e articulação com o Quadro de Referência da Avaliação Externa das Escolas; • Indicadores de monitorização em projetos educativos: tipologias de indicadores, critérios de definição e relação com objetivos educativos; • Evidências educativas e análise de dados: dados de avaliação interna e externa, leitura e interpretação de resultados escolares; • Instrumentos de monitorização e regulação pedagógica: grelhas de registo, relatórios de acompanhamento e instrumentos de autoavaliação de projetos educativos.
Metodologias
A Ação de Curta Duração será desenvolvida em regime online, com a duração total de 6 horas, assumindo uma abordagem teórico-prática e prática, centrada na reflexão e na aplicação dos conteúdos ao contexto profissional dos docentes. A ação tem como eixo estruturante a importância da monitorização e avaliação dos projetos educativos, enquanto instrumentos fundamentais para a melhoria das práticas pedagógicas e para a promoção da qualidade das aprendizagens. Serão utilizadas metodologias que promovam a participação ativa dos formandos, articulando momentos de exposição breve de enquadramento conceptual com atividades práticas de análise e construção de instrumentos de monitorização.
Modelo
A avaliação dos formandos assume um carácter formativo, contínuo e prático, adequado à natureza de uma Ação de Curta Duração (6 horas), centrada na participação ativa e na aplicação imediata dos conteúdos ao contexto profissional.
Observações
Alarcão, I. (2001). Escola reflexiva e supervisão: uma escola em desenvolvimento e aprendizagem. Porto: Porto Editora. Azevedo, R. (2007). Avaliação das escolas: fundamentos e práticas. Porto: Porto Editora.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 12-10-2026 (Segunda-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 19-10-2026 (Segunda-feira) | 17:00 - 20:00 | 3:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
O vídeo como ferramenta pedagógica e didática: Criação e produção de recursos educativos digitais
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de Educação Especial
Curso
25.0 horas
e-learning
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de EducaçãoEspecial
Razões justificativas da ação e a sua inserção no plano de atividades da entidade proponente
Este Curso pretende providenciar aos formandos a oportunidade de, para além de poderem ampliar competênciastécnicas, nomeadamente nas ferramentas de edição de imagem, áudio e vídeo, dotá-los de competências para a ...
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Ref. C58C58-A1 Inscrições abertas até 2026-09-23 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-124440/24
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 2026-10-14
Fim: 2026-11-13
Regime: e-learning
Local: À distância
Formador
Andreia Patrícia Neves Veloso Guerreiro
Destinatários
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de EducaçãoEspecial
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de EducaçãoEspecial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023, a ação de formação releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e de EducaçãoEspecial.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
CFAE do Planalto Beirão
Enquadramento
Razões justificativas da ação e a sua inserção no plano de atividades da entidade proponente Este Curso pretende providenciar aos formandos a oportunidade de, para além de poderem ampliar competênciastécnicas, nomeadamente nas ferramentas de edição de imagem, áudio e vídeo, dotá-los de competências para a suaadaptação pedagógica. Os recursos educativos digitais (RED) continuam a desempenhar um papel relevante no ensino. O docente necessita de se sentir confiante na utilização desta tecnologia, verificando-se essencial proporcionar-lhe “O acesso a ferramentas de colaboração em ambientes digitais que promovam a inovação no processo de ensino-aprendizagem, estimulem acriatividade e a inovação, permitam o acompanhamento à distância da sala de aula (...)” (Resolução do CM n.º 30/2020,21 de abril 2020).
Objetivos
Estimular os docentes para a utilização de estratégias pedagógicas promotoras de metodologias diversificadas einovadoras; Dotar os docentes de conhecimentos essenciais para a criação de um vídeo educativo; Dotar os formandos de recursos e conhecimentos essenciais para realizarem um vídeo em contexto escolar ecompreender os vários passos para a sua realização; Promover boas práticas na planificação e produção de vídeos educativos; Utilizar hardware de captação (imagem, áudio e vídeo); Operar um software de edição (imagem, áudio e vídeo); Produzir RED potenciadores da construção do conhecimento; Promover a partilha dos RED produzidos numa comunidade.
Conteúdos
Módulo I – O vídeo em contexto educativo: conceitos básicos (3 horas – 1,5 horas síncronas + 1,5 horas assíncronas) Visualização de curtas metragens produzidas em contexto escolar A importância dos cenários: organização estética, observativa e planos da câmara Som e imagem: a importância no vídeo educativo Storyboard / guião Direitos de autor e Regulamento Geral para a Proteção de Dados (RGPD) (cuidados e recomendações) Módulo II - Ferramentas de captação e de edição de imagem (2 horas – 1 horas síncronas + 1 hora assíncrona) Formatos e suportes de imagem Hardware e software de aquisição de imagem Apresentação de ferramentas de edição de imagem Exploração de ferramentas de edição de imagem Módulo III - Ferramentas de captação e de edição de áudio (3 horas – 1 hora síncrona + 2 horas assíncronas) Formatos e suportes de áudio Hardware e software de captura de som Técnicas de captura de áudio Utilização de camadas em composição multipista Edição e transformação de pistas de áudio Transições e efeitos de áudio Edição de áudio Formatos de exportação do projeto áudio para o ficheiro final Módulo IV – Ferramentas para criar vídeo-aula (5 horas – 2 horas síncronas + 3 horas assíncronas) O guião como elemento de apoio à produção da vídeo-aula Apresentação e exploração de ferramentas de vídeo-aula Exploração de ferramentas de captura de ecrã Integração dos vários elementos multimédia no projeto (peças de áudio e vídeo) Módulo V – Ferramentas de edição de vídeo (6 horas – 2,5 horas síncronas + 3,5 horas assíncronas) Visualização de vídeos sobre a temática Formatos e suportes de vídeo Hardware e software de captura de vídeo Noções sobre a captação de imagem e de áudio Técnicas de composição de sequências com múltiplos planos Transições e sequências de vídeo Técnicas de Render Módulo VI – Projeto (6 horas – 3 horas síncronas + 3 horas assíncronas) Criação de um projeto “vídeo-aula” Apresentação e partilha do projeto Reflexão conjunta sobre a ação
Metodologias
O curso irá decorrer na modalidade de e-Learning com sessões síncronas e assíncronas, com a seguinte distribuição: 11hsíncronas e 14h assíncronas. O formador irá recorrer a plataformas Moodle e de videoconferência para dinamizar as sessões. Planificar atividades e construir recursos, tendo em vista a sua aplicação com os alunos em contexto educativo, utilizando os conteúdos explorados nas sessões; experimentar em contexto educativo atividades planificadas e RED; refletir sobre a aplicação prática e o interesse educativo da utilização da vídeo-aula em contexto educativo.
Avaliação
A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua, de acordo com os seguintes critérios: Participação/Contribuição - 50%; Trabalho de aplicação de Conteúdos (Projeto e reflexão crítica) - 50%.
Modelo
Preenchimento de questionário pelos formandos e pelo formador cujo tratamento estatístico é alvo de análise pela Secção de Formação e Monitorização e pelo Conselho de Diretores.
Bibliografia
DigCompEdu: Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores. Aveiro: UA Editora. Licht, A., Tasiopoulou, E., &Wastiau, P. (2017). Resolução do Conselho de Ministros n.º 30/2020, 21 de abril 2020 (https://dre.pt/application/conteudo/132133788) INTERAÇÕES GERADAS A PARTIR DA VISUALIZAÇÃO DE VÍDEOS EM CANAIS EDUCACIONAIS NO YOUTUBE,NTERNET LATENT CORPUS JOURNAL, disponível em https://proa.ua.pt/index.php/ilcj/article/view/661/559 Martins, G. O., Gomes, C. A. S., Brocado, J. M. L., Pedroso, J. V., Carrillo, J. L. A., Silva, L. M. U., Encarnação, M. M. G. A.,Horta, M. J. V, Calçada, M. T. C. S., Nery, R. F. V, & Rodrigues, S. M. C. V. (2017). Perfil dos alunos à saída daescolaridade obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação e Ciência. Retirado dehttps://dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/perfil_dos_alunos.pdf Bahia, A. B., Silva, A. R. L. (2017). Modelo de produção de vídeo didático para EaD. Revista CINTED-UFRGS, V. 15, No 1.
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 14-10-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
| 2 | 16-10-2026 (Sexta-feira) | 18:30 - 20:30 | 2:00 | Online assíncrona |
| 3 | 21-10-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 4 | 23-10-2026 (Sexta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online assíncrona |
| 5 | 28-10-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 6 | 30-10-2026 (Sexta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online assíncrona |
| 7 | 04-11-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 8 | 06-11-2026 (Sexta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online assíncrona |
| 9 | 11-11-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online síncrona |
| 10 | 13-11-2026 (Sexta-feira) | 17:30 - 20:30 | 3:00 | Online assíncrona |
INSCREVER-ME
Gestão de comportamentos disruptivos e clima de sala de aula: Estratégias de comunicação e autorregulação
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial do AE Santa Comba Dão
ACD
6.0 horas
e-learning
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Os comportamentos disruptivos em sala de aula constituem um dos principais desafios à gestão do processo de ensino-aprendizagem, com impacto direto no clima educativo, no bem-estar docente e no envolvimento dos alunos. Estes comportamentos resultam frequentemente de dificuldades ao nível da autorregulação ...
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Ref. C62A2 Inscrições abertas até 2026-10-15 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD3
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 6.0 horas
Início: 2026-10-29
Fim: 2026-10-30
Regime: e-learning
Local: À distância
Formador
Elizabete Maria Ferraz Loureiro
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
CFAE do Planalto Beirão
Enquadramento
Os comportamentos disruptivos em sala de aula constituem um dos principais desafios à gestão do processo de ensino-aprendizagem, com impacto direto no clima educativo, no bem-estar docente e no envolvimento dos alunos. Estes comportamentos resultam frequentemente de dificuldades ao nível da autorregulação emocional, do controlo de impulsos e da gestão da frustração, influenciadas por fatores individuais e relacionais. A forma como o docente comunica e gere a dinâmica da sala de aula desempenha um papel central na prevenção e redução destes comportamentos. A clareza na definição de regras, a consistência na sua aplicação e a utilização de uma comunicação assertiva contribuem para a construção de um ambiente mais estruturado e previsível. Paralelamente, a capacidade de autorregulação emocional por parte do professor influencia a gestão das situações de conflito e o clima geral da turma, funcionando como modelo para os alunos. Neste sentido, a aquisição de estratégias práticas de comunicação e regulação emocional revela-se essencial para uma intervenção pedagógica eficaz. Assim, esta ação propõe-se fornecer ferramentas práticas, sustentadas em princípios da psicologia clínica, que permitam aos docentes melhorar a comunicação em sala de aula, reforçar competências de autorregulação e implementar estratégias eficazes na gestão de comportamentos disruptivos, contribuindo para um clima de aprendizagem mais estável e para o seu próprio bem-estar profissional.
Objetivos
Compreender a função e os fatores associados aos comportamentos disruptivos Desenvolver competências de comunicação eficaz na gestão da sala de aula Identificar estratégias preventivas de gestão da sala de aula (gestão de comportamentos desafiantes) Promover competências de autorregulação emocional em contexto profissional Identificar e implementar práticas de autocuidado ajustadas à realidade docente
Conteúdos
Enquadramento dos comportamentos disruptivos • Tipologias e funções do comportamento • Fatores de risco e proteção Prevenção e organização da sala de aula • Definição de regras e rotinas • Clima relacional e práticas inclusivas Estratégias de intervenção • Reforço positivo e gestão de consequências • Técnicas de regulação emocional (aluno e docente) • Comunicação assertiva • Escuta ativa • Técnicas de gestão de conflitos Análise de situações práticas • Estudo de casos • Discussão orientada
Metodologias
Exposição teórico-prática Dinâmicas de grupo Análise e discussão de casos reais Role-play / simulação de situações de sala de aula Reflexão orientada
Modelo
Participação e envolvimento nas atividades Reflexão final sobre a aplicabilidade das estratégias abordadas
Observações
Sabina Valente, Ana Paula Monteiro & Abílio Lourenço (2017). Inteligência emocional na gestão da disciplina em sala de aula Lage Ferreira, A. I., Castanheira, F., & Simões, I. (2019). Gestão de Conflitos em Sala de Aula: um livro de ideias para pôr em prática (2.ª ed.). Coisas de Ler. Sue Cowley (2024). Getting Your Class to Behave: The Must-Have Behaviour Management Bible (6th ed.). Bloomsbury. Claire English (2024). It’s Never Just About the Behaviour. Sage Paul Mooney & Joseph B. Ryan (2024). The Special Educator’s Guide to Behavior Management. Routledge George G. Bear (2020). Improving School Climate: Practical Strategies to Reduce Behavior Problems and Promote Social and Emotional Learning. Guilford Press.
Docentes do AE Santa Comba Dão
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 29-10-2026 (Quinta-feira) | 17:15 - 20:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 30-10-2026 (Sexta-feira) | 17:15 - 20:15 | 3:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Ética, Conduta, Integridade e Transparência na Gestão Pública
Educadores de Infância,Professores do Ensino Básico, Secundário e de Educação Especial
ACD
3.0 horas
e-learning
Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Educação Especial
A gestão pública exige a adoção de condutas éticas, íntegras e transparentes, por parte dos seus titulares.
A transparência, a imparcialidade e a integridade no exercício de funções públicas deverão nortear, também, a atuação dos profissionais da educação, enquanto zeladores do bem público e responsáveis ...
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Ref. 310A1 Inscrições abertas até 2026-10-22 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD5
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 3.0 horas
Início: 2026-11-04
Fim: 2026-11-04
Regime: e-learning
Local: À Distância
Formador
João Carlos Moreira Luís
Destinatários
Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
CFAE do Planalto Beirão
Enquadramento
A gestão pública exige a adoção de condutas éticas, íntegras e transparentes, por parte dos seus titulares. A transparência, a imparcialidade e a integridade no exercício de funções públicas deverão nortear, também, a atuação dos profissionais da educação, enquanto zeladores do bem público e responsáveis decisórios na implementação de políticas públicas. Deste modo, compete aos Centros de Formação de Associação de Escolas, no quadro legal da sua atuação, promover a qualificação de recursos humanos, no âmbito da temática em apreço. A robustez e a confiança dos cidadãos no Estado de Direito e nas suas instituições, como as escolas públicas, resulta, em grande parte, da ética e da transparência associadas à sua gestão. Nas escolas públicas, pessoal docente e pessoal não docente assumem uma significativa relevância enquanto servidores públicos. Deste modo, a adoção de elevados padrões de ética, integridade e transparência constituem um imperativo no exercício das suas funções. A conduta dos profissionais da educação encontra-se sistematicamente sob escrutínio, por parte dos diferentes públicos servidos, pelo que a formação e a atualização de competências destes profissionais se afiguram cruciais para o seu elevado desempenho ético e íntegro, robustecendo a conformidade legal da instituição escolar e a confiança e a segurança que os cidadãos nela depositam.
Objetivos
● Conhecer as noções e princípios – ética e conduta para as entidades de natureza pública. ● Conhecer o quadro legal atual – Estratégia Nacional Anticorrupção e o Regime Geral da Prevenção da Corrupção. ● Compreender os conceitos de incompatibilidade, impedimento e conflito de interesses, identificando as suas implicações no exercício de funções públicas. ●Distinguir situações de incompatibilidade, impedimento e conflito de interesses, aplicando corretamente os princípios legais e éticos associados. ● Conhecer o enquadramento legal da acumulação de funções. ● Potenciar a conformidade legal de práticas no exercício de funções públicas. ● Ampliar a qualidade do serviço público prestado aos cidadãos.
Conteúdos
● A ética, a conduta, a integridade e a transparência na gestão das organizações. ● O rigor, a objetividade, a isenção e a transparência como pressupostos fundamentais da gestão e da ação das organizações. ● Principais referências normativas. ● Noção de incompatibilidade, impedimento e conflito de interesses. ● A acumulação de funções – enquadramento legal. ● Ordem de serviço e formulários.
Metodologias
Apresentação/Reflexão/Partilha/Debate sobre os conteúdos a abordar.
Modelo
Preenchimento de um questionário pelos formandos e formadores e análise do tratamento estatístico em reunião da secção de formação e monitorização e conselho de diretores deste CFAE.
Observações
Instituto Nacional da Administração (2022). Governo Aberto Sob a Transparência, da Tecnologia, da Participação Cidadã, da Colaboração e das Redes Sociais na Gestão Pública, Atas do XXV Congresso Internacional do CLAD - Volume 2. Lisboa: INA Editora. MENAC (2025). Como desenvolver uma cultura de transparência na Administração Pública? Portugal: Transparência Internacional. Coroado, susana (2026). Transparência na vida pública. Lisboa: Fundação Francisco Manuel dos Santos. Dias, Rui (2023). Transparência. Lisboa: Vida Económica. Decreto-Lei n.º 41/2012, de 21 de fevereiro Despacho n.º 3423-B/2026, de 16 de março Lei n.º 35/2014, de 20 de junho Lei n.º 52/2019, de 31 de julho Portaria n.º 188-G/2024/1, de 16 de agosto Resolução do Conselho de Ministros n.º 103/2025, de 25 de junho
INSCREVER-ME
Gestão de comportamentos disruptivos e clima de sala de aula: Estratégias de comunicação e autorregulação
Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, do Ensino Secundário e de Educação Especial do AE de Carregal do Sal
ACD
6.0 horas
e-learning
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Os comportamentos disruptivos em sala de aula constituem um dos principais desafios à gestão do processo de ensino-aprendizagem, com impacto direto no clima educativo, no bem-estar docente e no envolvimento dos alunos. Estes comportamentos resultam frequentemente de dificuldades ao nível da autorregulação ...
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Ref. C62A1 Inscrições abertas até 2026-11-12 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: ACD3
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 6.0 horas
Início: 2026-11-25
Fim: 2026-11-26
Regime: e-learning
Local: À distância
Formador
Elizabete Maria Ferraz Loureiro
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
CFAE do Planalto Beirão
Enquadramento
Os comportamentos disruptivos em sala de aula constituem um dos principais desafios à gestão do processo de ensino-aprendizagem, com impacto direto no clima educativo, no bem-estar docente e no envolvimento dos alunos. Estes comportamentos resultam frequentemente de dificuldades ao nível da autorregulação emocional, do controlo de impulsos e da gestão da frustração, influenciadas por fatores individuais e relacionais. A forma como o docente comunica e gere a dinâmica da sala de aula desempenha um papel central na prevenção e redução destes comportamentos. A clareza na definição de regras, a consistência na sua aplicação e a utilização de uma comunicação assertiva contribuem para a construção de um ambiente mais estruturado e previsível. Paralelamente, a capacidade de autorregulação emocional por parte do professor influencia a gestão das situações de conflito e o clima geral da turma, funcionando como modelo para os alunos. Neste sentido, a aquisição de estratégias práticas de comunicação e regulação emocional revela-se essencial para uma intervenção pedagógica eficaz. Assim, esta ação propõe-se fornecer ferramentas práticas, sustentadas em princípios da psicologia clínica, que permitam aos docentes melhorar a comunicação em sala de aula, reforçar competências de autorregulação e implementar estratégias eficazes na gestão de comportamentos disruptivos, contribuindo para um clima de aprendizagem mais estável e para o seu próprio bem-estar profissional.
Objetivos
Compreender a função e os fatores associados aos comportamentos disruptivos Desenvolver competências de comunicação eficaz na gestão da sala de aula Identificar estratégias preventivas de gestão da sala de aula (gestão de comportamentos desafiantes) Promover competências de autorregulação emocional em contexto profissional Identificar e implementar práticas de autocuidado ajustadas à realidade docente
Conteúdos
Enquadramento dos comportamentos disruptivos • Tipologias e funções do comportamento • Fatores de risco e proteção Prevenção e organização da sala de aula • Definição de regras e rotinas • Clima relacional e práticas inclusivas Estratégias de intervenção • Reforço positivo e gestão de consequências • Técnicas de regulação emocional (aluno e docente) • Comunicação assertiva • Escuta ativa • Técnicas de gestão de conflitos Análise de situações práticas • Estudo de casos • Discussão orientada
Metodologias
Exposição teórico-prática Dinâmicas de grupo Análise e discussão de casos reais Role-play / simulação de situações de sala de aula Reflexão orientada
Modelo
Participação e envolvimento nas atividades Reflexão final sobre a aplicabilidade das estratégias abordadas
Observações
Sabina Valente, Ana Paula Monteiro & Abílio Lourenço (2017). Inteligência emocional na gestão da disciplina em sala de aula Lage Ferreira, A. I., Castanheira, F., & Simões, I. (2019). Gestão de Conflitos em Sala de Aula: um livro de ideias para pôr em prática (2.ª ed.). Coisas de Ler. Sue Cowley (2024). Getting Your Class to Behave: The Must-Have Behaviour Management Bible (6th ed.). Bloomsbury. Claire English (2024). It’s Never Just About the Behaviour. Sage Paul Mooney & Joseph B. Ryan (2024). The Special Educator’s Guide to Behavior Management. Routledge George G. Bear (2020). Improving School Climate: Practical Strategies to Reduce Behavior Problems and Promote Social and Emotional Learning. Guilford Press.
Docentes do AE Carregal do Sal
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 25-11-2026 (Quarta-feira) | 17:15 - 20:15 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 26-11-2026 (Quinta-feira) | 17:15 - 20:15 | 3:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME























